teste

Olá estou formulando uma enquete para saber quais tipos de assuntos e dicas para assim melhorar nossa comunicação , pesso por gentileza que mandem um email para .......andreexploid09@gmail.com.......

segunda-feira, 4 de junho de 2012

BRT é a solução ?.....


Mobilidade: Como chegamos até aqui – e para onde vamos

mobilidade
Em maio de 1896, o nova-iorquino Henry Wells entrava para a história ao protagonizar o primeiro incidente de trânsito da era do automóvel. Pilotando sua “carruagem sem cavalos”, ele atropelou um ciclista. Pulando 114 anos, em agosto de 2010 testemunhamos o maior engarrafamento de todos os tempos – na província de Hebei, na China, um congestionamento que se estendeu por mais de 100 km durou 11 dias, causado por tráfego excessivo de caminhões e pela realização de obras na rodovia. Será que pode se chamar isso de “evolução”?

“O planejamento de transportes convencional usa indicadores como a velocidade do tráfego e o custo operacional dos veículos e ignora outros fatores de acessibilidade. Se pensarmos assim, a única solução prática para o congestionamento do trânsito é a expansão das rodovias”, aponta Todd Litman. Mas com um total de 28,3 bilhões de quilômetros de autoestradas espalhadas pelo mundo, será mesmo essa a solução?


Na contramão (com trocadilho) desse (planejado) maremoto de concreto armado, surgem em diversos cantos do mundo iniciativas que devolvem a mobilidade à humanidade. Estímulo ao uso de um transporte coletivo mais eficiente, o incentivo à locomoção não motorizada, a busca de novas formas de energia e a reestruturação do espaço urbano estão na pauta do dia.


Curitiba é a referência nacional em planejamento racional da mobilidade – uma história que começou em 1968 e levou a capital paranaense a ser eleita, em abril do ano passado,  a cidade mais sustentável do mundo (na última Conferência Mundial de Sustentabilidade, em Estocolmo, Suécia). Lá surgiu o modelo brasileiro de bus rapid transit (trânsito rápido de ônibus, ou BRT) que foi exportado e/ou inspirou soluções similares em mais de 100 cidades pelo mundo.


O BRT, que preconiza faixas exclusivas para ônibus de alta velocidade, estações de passageiros (que eliminam a necessidade de pagar a passagem depois de embarcar no ônibus) e um serviço com cobertura territorial ampla, foi a solução encontrada por cidades como Bogotá (Colômbia), Nova York (EUA), Seul (Coreia do Sul) e Xiamen (China). E pode ser a solução para o nó nos transportes que o Brasil precisa desatar, para poder sediar a Copa do Mundo (2014) e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (2016). “Há 400 km de corredores BRT sendo implantados nas cidades-sede da Copa, como São Paulo, Recife e Rio. Nesse aspecto, estamos seguindo o fluxo mundial”, assegura Luís Antonio Lindau, presidente do Centro de Transporte Sustentável do Brasil (CTS-Brasil).


As soluções sobre rodas não se esgotam nos ônibus rápidos. A integração de meios de transporte foi o caminho encontrado por Estocolmo, na Suécia (onde ônibus, metrô, três linhas de trens e outras três de veículos leves sobre trilhos funcionam em harmonia), e por Paris (que conjuga um dos maiores sistemas de metrô do mundo com seis estações de trens interurbanos e internacionais, além de uma boa estrutura para pedestres). Sistemas inovadores de controle de trânsito estão dando certo em Cingapura (que instituiu pedágios de preços variáveis de acordo com os horários de pique no trânsito). O conceito de
land reclamation, utilizado tradicionalmente para definir trechos de mar que são aterrados, tem sido usado em Seul e Nova York para isolar áreas urbanas da circulação de carros particulares, priorizando o transporte coletivo. Em Portland (EUA), olhou-se para o passado, em vez de para o futuro: a revitalizada linha de bondes da cidade melhorou o trânsito e trouxe nova vida para áreas degradadas.

“A ocupação do espaço urbano precisa acompanhar a expansão do transporte”, discursa o especialista em engenharia de trânsito Ronaldo Balassiano. “A chegada da mobilidade a uma área ainda desabitada vai trazer, inevitavelmente, a ocupação humana daquela área. É preciso pensar nisso e transformar os terminais de transporte público em espaços úteis para a população, com serviços, postos de saúde, comércio. Isso diminui a necessidade de grandes deslocamentos até os centros urbanos.” A essa ideia reúnem-se demandas mais amplas de urbanização, como o aproveitamento de áreas em processo de esvaziamento populacional, uma melhor distribuição da oferta de empregos e serviços (o que reduz os tempos de viagem) e a implantação dos conceitos do
transit oriented development (desenvolvimento orientado para o trânsito). “Ocupações territoriais que promovem o transporte não motorizado e os veículos elétricos e diminuição dos espaços perdidos para estacionamentos são exemplos de planejamento TOD que já estão em prática na Suécia, Alemanha e Austrália”, nota Cathleen Sullivan, do Instituto de Estudos de Transportes da Universidade de Berkeley (EUA)
De 02 a 04 de maio, a EMBARQ Brasil coordenou uma viagem para Bogotá (Colômbia) de técnicos da prefeitura do Rio de Janeiro e de operadores de ônibus responsáveis pelo BRT Transoeste. O objetivo foi conhecer o sistema de transporte massivo TransMilenio, o sistema BRT que carrega tantos passageiros quanto os maiores metrôs do mundo.
A Missão Técnica faz parte do projeto Experiência BRT, patrocinado pela Fetranspor e organizado pela EMBARQ Brasil. O projeto envolve três missões com diferentes grupos para conhecer sistemas BRT das Américas. Dois grupos de jornalistas embarcaram nas Missões de Imprensa, com o objetivo de informar a mídia sobre as principais características e impacto de sistemas BRT. Já a Missão Técnica levou técnicos das empresas operadoras e da prefeitura do Rio de Janeiro para conhecer o TransMilenio e discutir quais foram os principais problemas enfrentados no início da operação, e buscar evitar problemas similares no lançamento do BRT no Rio de Janeiro.
Fizeram parte do grupo: Carlos Maiolino e Marcos Tognozzi, da Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro (SMTR); Marcos Rocha e Joaquim Dinís, da Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio); Sebastião Leite, da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos do Rio de Janeiro (SECONSERVA); Vitor Freitas, da empresa operadora de ônibus Viação Jabour; e Carlos Rocha, da empresa operadora Expresso Pegaso. O grupo foi coordenado por Daniela Facchini, Diretora de Projetos e Operações da EMBARQ Brasil.
O foco da missão técnica era comparar o sistema bogotano com o sistema BRT em construção no Rio de Janeiro - a primeira linha será inaugurada ainda este mês e as outras três devem entrar em operação até 2016. “A missão técnica foi muito produtiva e enriquecedora para todos nós. Pudemos observar o funcionamento do sistema BRT de perto, com detalhamento e apuração, e além disso, as reuniões com ex-gerentes do TransMilenio nos deram uma visão estratégica do funcionamento do sistema, dos problemas que ocorreram nos primeiros dias de operação e de como foram resolvidos. Reunimos informações importantes para continuar o planejamento e implantar o BRT do Rio de Janeiro com sucesso”, observou Daniela Facchini.
TransMilenio em operação. Bogotá, Colômbia (Foto: EMBARQ Brasil)
No primeiro dia de viagem os participantes visitaram as estações de ônibus no centro de Bogotá. Chamaram a atenção a segurança viária, a evasão tarifária e o fluxo nas catracas das estações. Os técnicos observaram formas de se evitar problemas como a entrada ilícita nas estações, por meio da via; e formas de aumentar a segurança viária, evitando, por exemplo, que pessoas se arrisquem a atravessar a rua quando o sinal estiver verde para os ônibus BRT e vermelho para os carros. Também foi observada a capacidade de fluxo nas catracas, que podem ser reguladas para atender um ou dois sentidos de operação (entrada e saída das estações).
Nos dias seguintes, o grupo visitou a empresa TRANSMILENIO S.A., agência gestora do sistema. Durante esta reunião, foi feita uma apresentação detalhada do funcionamento do TransMilenio, abordando diversos temas como a divisão institucional, o planejamento de obras, o impacto urbano e detalhes da operação. Também foi realizada uma visita ao centro de operações do TransMilenio, onde é feito o controle da operação dos ônibus em tempo real. A equipe fez diversas viagens pelo BRT de Bogotá: com ele foi visitar o Terminal Suba e o Terminal Sur, localizados nos extremos norte e sul da cidade.
Pelas viagens, foram percebidos e anotados vários detalhes quanto aos veículos, estações intermediárias, terminais, linhas alimentadoras e diversas informações sobre todo o funcionamento do sistema. Os técnicos também visitaram dois pátios, geridos por duas empresas operadoras do TransMilenio. Por fim, a agenda proporcionou duas reuniões com ex-gerentes do TransMilenio: Edgar Enrique Sandoval, Natalia Laurens, e Dario Hidalgo. A contribuição deles foi de extrema valia para os técnicos envolvidos no projeto das Trans no Rio de Janeiro. Dario é hoje Diretor de Pesquisa e Prática da EMBARQ. “O TransMilenio é como se fosse meu filho. Já não trabalho diretamente com ele, mas estou sempre acompanhando o desenvolvimento do sistema”, disse Dario, considerado um dos maiores especialistas em BRT no mundo.
“Os encontros com o pessoal envolvido no planejamento e operação do TransMilenio foram fundamentais para nós neste momento” disse Carlos Maiolino, Subsecretário de Transportes do Rio de Janeiro. A viagem foi muito enriquecedora a todos, e espera-se que seja bastante significativa para afinar detalhes de melhoria e garantir um bom início da operação do BRT do Rio de Janeiro.


Desculpe a sinceridade .......



Ser sincero é ser franco, ser verdadeiro e simples. Ser sincero é enaltecer a lisura de caráter. Ser sincero é cultuar a verdade, o princípio certo. Ser sincero é expressar alguma coisa fielmente, como ela é, como ela se apresenta na natureza.

A sinceridade faz surgir a confiança entre as pessoas, estabelece a certeza, nos faz mais fortes. A sinceridade afasta-nos da mentira, da injuria, e da calunia.
Da sinceridade, surgem duas certezas absolutas: a certeza da firmeza de caráter de quem é sincero, e a certeza de estarmos apoiando em bases sólidas nossas atitudes, nossas conclusões.
Sinceridade é uma virtude que deve estar presente em todos os atos de nossas vidas, principalmente no trato com nossos Amados Irmãos da Fraternidade.
Muitas vezes podemos ficar com reservas em sermos sincero com um irmão, pensando poupar este irmão de algum sofrimento, ou a nós mesmo de algum constrangimento.
Devemos ter consciência de que, silenciarmos ante um fato, também compromete nossa sinceridade, assim como evitarmos estar na presença deste irmão, fugirmos dele, não nos afasta do dever de sermos sinceros. Tanto o calar como o fugir, não são táticas virtuosas.
A falta de sinceridade para com nossos irmãos, dependendo das circunstâncias, além de gerar sentimentos de perda de confiança, sentimentos de Corrente partida, pode até gerar questionamento sobre a sinceridade da própria fraternidade .
Se faltarmos com a sinceridade, cometeremos duas injustiças com nosso irmão: além de privá-lo da Verdade, o pré julgamos ser incapaz de enfrentar a Verdade. 


Lembrem-se, o Martinismo é composto por homens e mulheres que aspiram tornarem-se Virtuosos, combatentes do Mal e do materialismo exacerbado, e como tal escolhidos por nós, e que tem como preceito a Verdade.

Certamente existem métodos diferentes em praticarmos a sinceridade com nossos irmãos e irmãs, e por certo nós saberemos como melhor agir: adequar local e hora apropriados, e escolher um método em que os sentimentos sejam fraternalmente compartilhados; isto é, usarmos nossa inteligência e o amor fraternal que o Criador nos presenteou.

Agindo assim teremos certeza de que a confiança permanece intacta, a fraternidade aumenta e que continuaremos a nos reconhecer como irmãos.
“Costumeiramente, ao citarmos qualidades que admiramos nas pessoas elencamos a sinceridade como uma delas. Contudo, até que ponto estamos preparados para aceitar o outro como ele é e para ouvir e ponderar sobre o que o outro nos aponta?
Pensemos juntas: queremos estar rodeadas de pessoas sinceras, que nos digam tudo, que não nos escondam nada, em quem possamos confiar e com quem também possamos ser assim… Lindo isso! Em teoria, né? Vamos combinar que na prática isso não funciona bem assim. 
Explico: primeiramente, nenhum de nós é um livro completamente aberto, todos temos segredos, todos temos questões particulares, e isso não precisa nem deve ser diferente. O primeiro ponto, então, é que sinceridade não é sinônimo de obrigatoriedade em dizer tudo de nós ao outro nem de esperar dele isso.  Segundo: cada um tem um histórico de vivências, uma bagagem pessoal que interfere no seu modo de ver e de lidar com as coisas. Terceiro: cada relação se constrói mediante pontos específicos e, se você parar para analisar, vai ver que tem diferentes pessoas à sua volta desempenhando diferentes funções e propiciando diferentes coisas (grupos familiares, sociais, profissionais, etc). As pessoas não são iguais e, portanto, as relações não são iguais bem como os lugares que ocupamos nas relações também não são iguais. Logo, sinceridade não se baseia necessariamente em confiança e igualdade. Essas coisas podem coexistir, mas nem sempre é assim.
Ok, Aline. E daí? Daí que a gente adora dizer que sinceridade é uma característica primordial nas relações. De fato penso que seja, mas convido-as a pensar sobre isso. Para começo de conversa, sinceridade é uma via de mão dupla, e muita gente esquece disso. No momento em que eu me coloco no direito de dizer o que eu bem entendo a alguém, estou automaticamente dando a esse alguém o direito de fazer o mesmo comigo. Hummmm… daí complica, né? Percebem o quanto é fácil falarmos do outro e quão difícil é ouvirmos o outro falando dos nossos defeitos? E me refiro a defeitos, aqui, propositadamente, pois via de regra ninguém se importa muito quando suas qualidades são apontadas… mas os defeitos… ah, os defeitos! Esses doem, arfam, latejam lá dentro. Latejam tanto que muitas vezes a reação é devolver imediatamente ao outro algo que sabemos também latejar nele, como estratégia de defesa que aponta para a nossa própria falta de maturidade.
Seguindo.  A palavra sinceridade tem sua origem no latim e significa “sem máscaras” – numa menção às máscaras que antigamente eram feitas de cera; “sem cera”, portanto.  Sincero, então, é o sujeito que usa de franqueza, de verdade. Sinceridade, dessa forma, em essência, não confere a alguém o direito de dizer ao outro o que bem entende sem medir conseqüências, sem pensar no efeito que isso pode causar em quem está do outro lado. Desculpem-me, mas penso que isso não seja sinceridade – embora em certa instância seja ao falar muito mais de quem despeja as falhas e dores do outro do que do outro em si e, nesse caso, é sincero, pois desvela a verdade do próprio locutor – mas sim imaturidade, incapacidade de alteridade e talvez até maldade e egoísmo maquiados de sinceridade.  O que quero dizer é que existem formas e mais formas de sermos sinceros, e isso diz muito do nosso próprio grau de maturidade e alteridade e obviamente o reflexo disso vai dizer respeito ao grau de maturidade e alteridade do interlocutor.
Por fim, sinceridade é qualidade e como tal pode ser positiva ou negativa.  Cada um de nós define seu uso conforme a intenção e/ou amadurecimento, utilizando-a como meio de vínculo de confiança, de aprimoramento ou como arma – podendo ferir como tal. Cada um de nós escolhe. O principal, é que para sermos sinceros não precisamos magoar, pois podemos ponderar a melhor forma de dizer o que consideramos necessário. Obviamente, não há garantias de que o outro não se magoe, já que somos todos suscetíveis à tristeza e sabemos melhor que ninguém onde apertam nossos calos.
Então, ao ouvir do outro questões sobre nós mesmos, antes de simplesmente reagir, que tal experimentar parar e pensar se não existe algum sentido naquilo que está sendo dito? E, sinceramente, me diga: está preparada para lidar com as formas de sinceridade e seus atravessamentos?

sábado, 2 de junho de 2012

As vezes vem de onde menos se espera....


Almoços, jantares, presentes, telefonemas a toda hora, agrados, palavras boas, sorrisos e muitos tapinhas nas costas. Esta é a tática que muitos usam para conseguir alguma coisa. Escamoteiam seus sorrisos, agem com frieza absoluta e se dizem amigos, quando na realidade não são amigos de ninguém.
Você já passou por uma situação destas alguma vez? Já partilhou da amizade de alguém que queria somente tirar alguma coisa de você – mesmo que você não tivesse nada para oferecer? Mas o que na realidade importa ao falso amigo? À vontade ou o interesse dele, claro.
A realidade que vivemos aqui as vezes nos torna presas fáceis de oportunistas que querem fazer rápidas escaladas e não hesitam em fazer nas costas alheias o seu alpinismo. E quando encontramos pessoas que são arredios a tudo e a todos? Gente bonita e simpática, mas que vive um para o outro; ao conviver um pouco com eles, é possível senti-los ressentidos, arredios e ariscos com relação ao ser humano. O motivo?
Falsos amigos. Oportunistas. Alpinistas sociais. A mesma história de sempre. Sorrisos, tapinhas nas costas, almoços, jantares, presentes, agrados, e quando conseguem o querem bye, bye…
Outro dia mesmo eu conversava longamente com um casal que conheci tempos atrás e que me parecia muito arredio a tudo e a todos. Gente bonita e simpática, mas que vive um para o outro; ao conviver um pouco com eles, pude senti-los ressentidos, arredios e ariscos com relação ao ser humano. Fiquei me perguntando durante algum tempo o que os havia magoado tanto. Certa feita conversamos durante horas, e pude entender o que de fato aconteceu com eles. Haviam partilhado da amizade de um outro casal durante algum tempo, sem se dar conta de que estavam sendo usados descaradamente.
Um dia, encontraram um amigo de longa data num casamento, e quando ele viu que eles tinham amizade com aquelas pessoas, disse-lhes para tomar cuidado, pois não eram pessoas confiáveis. Eles ignoraram e não deram ouvidos ao que lhes dizia o amigo. Achavam que com eles não iria acontecer nada demais, e os seus amigos eram amigos de verdade e não fariam nada que lhes prejudicasse.
Tempos depois uma outra amiga que não viam já há algum tempo, alertou-os a respeito dos seus supostos amigos. Conversando entre si, os interlocutores diziam um para o outro que era impossível que falassem aquelas coisas do casal que era tão amigo e cordial.
Ignoraram tudo, e mesmo que fossem prejudicados não iriam romper com a amizade. Amizade que continuou por algum tempo. Um belo dia, simplesmente do nada o casal de amigos de afastou do convívio deles, não lhes respondiam aos telefonemas e nem aos e-mails enviados. Silêncio absoluto. Nenhuma palavra, nenhuma manifestação por pequena que fosse.
Um dia se encontraram e o outro casal constrangido tentou se justificar, dando explicações que não convenceram de modo algum. O tempo foi passando e as respostas para o afastamento dos amigos teimavam em não chegar. Ai eles se lembraram do que havia dito o outro amigo na festa do casamento onde se encontraram. O que dissera o amigo? Assim que eles alcançassem os seus objetivos, iriam descartá-los sem a menor cerimônia ou respeito por eles, que seriam meros instrumentos de escalada social. Sairiam por uma porta qualquer e agiriam como se não os conhecesse ou sequer tivessem um dia partilhado do seu convívio e amizade. Mais ainda; iriam falar deles para outras pessoas e eles não teriam sequer o direito ou a chance de defesa ou de se explicar, e ainda revelariam a sua soberba e arrogância. Dito e feito. Fora tudo aquilo e mais um pouco.
Daí a sua profunda decepção com o ser humano. Haviam acreditado em alguém e foram traídos na sua confiança. Logo, para eles, nova amizade era coisa impensável.
Ainda assim, tem aqueles que continuam acreditando que há pessoas que não se decepcionam com o ser humano. É difícil, e mesmo assim continuam tentando…Se você é...

Se você é um vencedor,

terá alguns falsos amigos
e alguns amigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.

Se você é honesto e franco,

as pessoas podem enganá-lo
Seja honesto e franco assim mesmo.

O que você levou anos para construir

Alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz,

As pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você,

mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.

Veja você que, no final de tudo

Será você ... e Deus.

E não você ... e as pessoas!
Madre Tereza de Calcutá... 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Homenagem a minha mãe Maria das Graças...


Esta é uma homenagem a minha mãe que faleceu domingo dia 13/05/2012 dia das mães.
Para Sempre
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Que Deus te tenha em sua glória infinita amem.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Papo de cabeção.....


 

O CONCEITO DE INTELIGÊNCIA

Introdução
Conceituar a inteligência é uma tarefa peculiar porque a inteligência é a função psicológica responsável pela capacidade que temos de compreender o significado das coisas, de conceituar. No processo de conhecimento temos de um lado o objeto a ser conhecido, externo à inteligência, e do outro a inteligência, o instrumento mental que alcança o conceito desse mesmo objeto. Conceituar a inteligência é fazê-la objeto e instrumento simultaneamente, é ter consciência dos instrumento mental que nos permite conhecer o mundo e que está integrado à própria consciência.
A consciência atua conjuntamente à inteligência sendo distinta dela, a inteligência "mostra" para a consciência o significado das coisas percebidas, que elas são diferentes, e mesmo quando fisicamente semelhantes podem ter finalidades diferentes. Por exemplo, uma cadeira é distinta de uma mesa, elas têm funções e aspectos diferentes, duas cadeiras iguais no entanto, podem ter funções diferentes, uma pode servir para o professor sentar-se e a outra para o aluno, o que será percebido a partir da disposição desses móveis numa sala de aula. A inteligência apresenta à consciência a circunstância em que se encontra, permitindo com que ela se situe no contexto em que se encontra, e para a partir disso tomar as decisões mais adequadas, um aluno ao entrar na sala de aula sabe onde pode e onde não pode sentar-se mesmo que ninguém lhe diga. A inteligência é o instrumento que permite a consciência saber que decisão tomar. Para compreender melhor a inteligência precisamos saber também quais são suas fronteiras com as demais funções mentais.
Antes de nos darmos conta do significado de um objeto, necessariamente nos damos conta da existência desse objeto. A tomada de consciência da existência é imediata à percepção. A captação do conceito desse objeto no entanto, seguirá um processo mais demorado, envolvendo experimentação, para que as diferentes faces do novo objeto se apresentem e possam ser compreendidas. Estamos o tempo todo nos dando conta de novos objetos e aprofundando no conhecimento dos objetos já conhecidos através de novas experiências com eles, a inteligência está constantemente atuando, o processo de conceituação está constantemente sendo aprimorado e atualizado.
Para estudar um objeto qualquer precisamos saber o que ele é, mas para sabermos o que ele é, precisamos estudá-lo, então por onde devemos começar? O que vem primeiro, a conceituação ou o estudo do objeto? Junto à informação da existência do objeto geralmente os sentidos nos oferecem informações sobre as características desse objeto, assim vamos completando a idéia, o conceito do objeto com que entramos em contato. Como não há possibilidade de conhecermos os objetos de forma completa e imediata, mas gradualmente, Isto significa que antes de termos conceitos, passamos por preconceitos, pois como não sabemos a extensão do conhecimento que temos dos objetos (se está completo ou não), não sabemos se temos conceitos ou preconceitos a respeito deles. Esta dificuldade nos mostra como somos susceptíveis à erros, ainda que queiramos fazer a coisa certa, estamos sujeitos a cometer equívocos por causa da incompletude do nosso conhecimento e da ignorância que temos sobre essa incompletude. Este pode ser o primeiro benefício da tentativa de conceituar a inteligência: a necessidade de reconhecimento de que pouco sabemos.
O processo de Conceituação
Há objetos simples e outros complexos no que diz respeito à cognição. Simples são aqueles que podem ser compreendidos sem o auxílio de conceitos prévios como a idéia de triângulo ou de rigidez por exemplo. Os conceitos básicos aprendidos desde a infância tornam-se necessários para a compreensão dos conceitos complexos que precisam das idéias básicas para se formarem. Conceitos como vida ou humanidade, por exemplo, são complexos.
A inteligência é um conceito complexo, não sabemos quantos nem exatamente quais são seus conceitos básicos. Conceituar a inteligência significa delimitar suas fronteiras, identificar suas características e diferenciá-las das demais funções mentais envolvidas nos processos cognitivos, como a memória, a atenção (a capacidade de manter ou desviar a atenção), a consciência, a percepção, o juízo, etc.. Além destas, outras funções mentais ainda pouco estudadas também podem estar envolvidas no processo cognitivo, como a auto-eficácia, que na prática influencia o exercício da inteligência, recentemente demonstrado por Ângela Perez (2002). Como ainda não conhecemos todas as fronteiras mentais da inteligência, nem a extensão de cada uma com a inteligência, temos que admitir que o conceito de inteligência na psicologia não está completo.
Para ilustrar o processo de captação do conceito tomemos por exemplo a idéia de cadeira. Perguntar o que envolve o conceito de cadeira é o mesmo que perguntar quais são suas características essenciais. Olhando apenas uma cadeira não há como saber se o que vemos é essencial ou acessório, por isso é indispensável olhar várias cadeiras. Após a inspeção de várias começamos a perceber o que há de comum entre todas elas, a idéia das partes comuns, daquelas que estão sempre presentes, constituem a essência da cadeira. Nossa inteligência é capaz de separar o acessório do essencial, ou seja, é capaz de diferenciar o que é comum a todas do que pode ou não estar presente, é capaz então de abstrair o conceito de cadeira após se deparado com várias delas.
O conceito é algo que não muda com o tempo nem com a localização de onde o objeto se encontra, a idéia que fazemos de um objeto não depende de quando nem onde esse objeto existiu. Os objetos mudam, evoluem, mas quando o fazem transformam-se noutra coisa, passam a constituir outro conceito. Os animais evoluem, deixam de ser uma coisa e passam a ser outra, mas a essência daquilo que eram continua existindo mesmo que o animal se extinga. O conceito pode tornar-se passado mas não evolui junto com o animal, conceitos não se transformam, não evoluem. Na medida em que as coisas antigas se transformam em novas, surgem novos conceitos e os antigos continuam existindo enquanto idéia, enquanto passado, não mais como objeto atual. O conceito que temos de cadeira hoje é o mesmo que havia na antigüidade, embora as formas e materiais empregados fossem outros naquela época.
Qual é então a essência de uma cadeira? Pela observação empírica vemos que precisa ser feita de material rígido e ser proporcional às dimensões humanas na posição sentada e encostada. Precisam ter pelo menos dois planos, um para assentar outro para encostar. A rigidez não exclui acolchoamento, basta obedecer à função de sustentar o peso de uma pessoa. O fato de ser ou não acolchoada muda a essência da cadeira? Não muda, mas muda uma cadeira em particular, muda um acessório, acrescenta uma característica que como não é essencial precisa ser conceituada, por isso ao nos referirmos às cadeiras acolchoadas temos que mencionar o acolchoamento porque senão pensaremos numa cadeira pura. As características acessórias então, por definição são aquelas que não precisam estar presentes, são variáveis. As cores da cadeira são outro aspecto dela, apesar da cor da cadeira ser necessária, não há necessidade de uma cor específica, a cor seria então uma característica essencial ou acessória? O fato de ter uma cor é um aspecto essencial, mas uma determinada cor é um aspecto acessório, porque sabemos de todos os objetos da natureza da mobília possuem cores, algo que as torne visíveis, como não existe cadeira invisível não precisamos citar a característica de visibilidade como um fator essencial pois ele estará presente sempre.
O exemplo da cadeira serve como base para mostrar os processos que envolvem a conceituação dos objetos. O nosso objeto é a inteligência, a característica psicológica responsável pela captação dos conceitos, pela abstração da essência dos objetos. Para conceituar inteligência precisamos realizar o mesmo processo feito com a cadeira, descrever suas características, identificar os aspectos essenciais e diferenciá-los dos acidentais, é necessário portanto estudar várias inteligências buscando o que há de comum (essencial) e o que há de variável (acessório) entre elas.
A dificuldade de conceituar a inteligência
Existem muitas dificuldades no processo de conceituação da inteligência, primeiro porque não podemos tocar nem vê-la, segundo porque é um conceito complexo e ainda nem sabemos seu grau dessa complexidade, terceiro porque enquanto característica psicológica ela interage com outras funções psicológicas confundindo-se com elas. Uma pessoa com uma memória prodigiosa pode ser confundida com uma pessoa inteligente. Se a inteligência é a capacidade de resolver problemas, uma pessoa com boa memória pode se lembrar de como se resolve determinados problemas, e usar a memória para isso, nesse caso não se está criando uma solução, mas recordando-se de uma. É difícil embora possível, isolar o comportamento para obtermos uma resposta pura em psicologia, como é feito em outras ciências. No teste de WISC onde é apresentado nove cubos com cores e formas definidos, pede-se para reproduzir certas imagens com eles. Esse tipo de testagem avalia a inteligência humana dispensando o uso da verbalização, da matemática, ou de assuntos que requeiram aprendizado. Uma pessoa analfabeta ou pertencente a qualquer outra cultura pode ter um bom desempenho nesse teste se for inteligente, ou ainda, podemos determinar padrões de inteligência para faixas etárias utilizando esse teste.
Um dos princípios científicos declara que para se estudar uma determinada grandeza é preciso saber que estamos observando apenas uma e não outras características "contaminantes". As técnicas psicológicas procuram e conseguem com certo grau de sucesso, elaborar testes que obtenham respostas "puras". Acima foi exemplificado o teste dos cubos de WISC, que mede a inteligência pura, isentando-se da contaminação do grau de formação educacional. Neste sentido, construir formas de testagem pura é necessário para se definir as fronteiras da inteligência e podermos defini-la com mais precisão. Os testes de inteligência podem então ser usados para se alcançar o conceito da própria inteligência.
Falamos acima de inteligência pura, isso significa que existe uma inteligência misturada? Em outras palavras, há partes, subtipos, categorias de inteligência? Admitir isso é partir do principio de que a inteligência é divisível, se é divisível suas partes são equivalentes? Existe alguma parte mais importante do que outra? As atuais teorias da inteligência falam a respeito de inteligência geral e específica, em cristalizada e fluida. Fala-se em capacidades intelectivas, em habilidades, em dons. Certamente muitas são as atividades mentais envolvidas com a inteligência, mas considerá-las todas como parte da inteligência seria correto? O homem sempre anda vestido, podemos por isso considerar a roupa como parte essencial do homem só porque as roupas sempre estão presentes? A experiência empírica prova relações entre a inteligência geral e capacidades intelectuais como para a matemática. Mas qual o fundamento para se afirmar que por existir uma relação trata-se de uma parte integrante? Com este princípio de raciocínio acaba-se encontrando tantas inteligências quantas capacidades cognitivas, para a área emocional, social, espacial, matemática, verbal, etc.. Quanto mais objetos tentamos juntar ao conceito de inteligência mais complicado este conceito fica, talvez a dificuldade de conceituar a inteligência seja devido à estratégias de conceituação equivocadas, e não somente devido à complexidade do conceito de inteligência. Por que não admitir então que a inteligência seja indivisível, como um bloco único operando na consciência?
Até o momento muitas pesquisas sobre inteligência forma feitas, muitas características foram identificadas pelos vários modelos, que foram cientificamente validados. Talvez agora seja o momento de rever a forma da definição, não a definição em si, mas a maneira como as informações relativas a ela são articuladas, não precisamos mais descobrir novas peças, precisamos saber como elas se encaixam. Acredito que a partir do momento atual não reste muito por descobrir em relação a definição da inteligência, resta convencionar como a inteligência deve ser definida, resta escolher o que é essencial para sua definição e o que é acessório.
A possibilidade filosófica de definir inteligência
Filosofia e ciência são atividades do conhecimento humano distintas e complementares. A filosofia para definir um objeto baseia-se na busca de sua essência, o que é feito pelo experiência pessoal de distinção de características essenciais e acessórias. O conceito é algo pertencente ao próprio objeto, o filósofo ou o cientista podem disputar quem chegou antes ao conceito, mas este em si já existia desde que o começo da existência desse objeto, antes talvez da existência do filósofo ou do cientista. A ciência não oferece conclusões, oferece dados, os cientistas é que a partir dos dados chegam às conclusões. Portanto cientificamente não teremos uma definição de inteligência, teremos informações a respeito dela, os cientistas é que através dessas informações, manipulam-na de forma a tirarem conclusões plausíveis. Mas se os filósofos já chegaram a um conclusão a respeito do mesmo objeto de estudo dos cientistas porque esses não aproveitam o conhecimento produzido pelos filósofos para juntamente aos dados científicos obtidos, formularem o conceito de inteligência. Em outras palavras, porque os psicólogos não aproveitam a definição de inteligência obtida pelos filósofos para tentarem validá-la dentro dos conhecimentos científicos?
Conclusão
As questões difíceis de serem respondidas muitas vezes são difíceis não por natureza, mas por equívoco. Tentar explicar o que é um círculo quadrado não é difícil, é insensatez porque tal coisa não existe, se não existe não pode ser definida. Querer definir uma cor que é simultaneamente branca e preta é insensato pois o cinza é uma outra cor que não é nem brando nem preto e uma coisa não pode ser duas simultaneamente, uma cor não pode ser ao mesmo tempo branca e preta. Com a inteligência acontece o mesmo, talvez a dificuldade de defini-la não seja por causa de sua natureza complexa mas por causa do modo equivocado como é feito. A inteligência é a aptidão psicológica que permite ao homem abstrair, captar, entender conceitos, a essência das coisas que tomamos consciência. Junto a essa aptidão outras atividades mentais se integram e atuam em conjunto, como as habilidades matemáticas, verbais, emocionais, etc. por exemplo. Tomar a inteligência pelas suas características acessórias talvez seja o erro que impede a realização de uma definição precisa, talvez a tentativa de resumir todas as aptidões relacionadas à inteligência na própria inteligência esteja dificultando o trabalho de explicar a própria inteligência.

o que não mata engorda será ?......


 

Você acredita na regra de três segundos? Cientistas revelam que se a comida cair no chão e você pegá-la no tempo certo, ela seria segura para se consumir. O site do jornal britâncio Daily Mail publicou o estudo que afirma que a regra funciona.
O texto da publicação diz que cinco itens alimentares foram testados pela Manchester Metropolitan University (MMU) para ver se a regra de três segundos é confiável. Pão com geleia, macarrão cozido, presunto, um biscoito simples e frutas secas foram todos para o chão no chão e partir três, cinco e 10 segundos de intervalo, eles foram recuperados.
Após o estudo, os alimentos foram examinados para determinar se havia ou não bactérias prejudiciais encontradas no chão. O estudo constatou que os alimentos com teor elevado de sal ou açúcar, como os alimentos processados, eram mais seguros porque é menor a chance de bactérias nocivas sobrevivem neste habitat.
As frutas secas e a massa cozida, por outro lado, mostraram sinais de Klebsiella após três segundos - uma bactéria que pode potencialmente conduzir a uma ampla gama de doenças tais como pneumonia, infecções do trato urinário, septicemia e as condições dos tecidos moles. Já os biscoitos, por sua vez, provaram ser um alimento relativamente seguro para comer depois de ser largados no chão por três segundos, cinco segundos ou dez segundos, devido ao seu baixo teor de água.
O que fazer quando o alimento cai no chão? Será que dá para comer?
Você tá comendo aquela deliciosa maçã e cai no chão será que dá para passar ela na roupa e depois voltar a consumir a deliciosa maçã?
Quem nunca já comeu um qualquer alimento que tenha caído no chão mesmo quando eramos criança. Mas tem pessoas que tem o habito de comer alimentos que caem no chão. Estas pessoas não estão nem aí para a higiene dos alimentos, basta cair uma maça no chão e de imediato ela apanha e continua a comer o alimento. Mas tem pessoa que não tem o habito de comer alimentos sujo ou contaminado do chão mais tem o descuido de deixar cair aquela deliciosa maçã e para não perder a fruta e no momento não tem água para fazer a limpeza, só passa a maçã na roupa e volta a comer.
Eu particularmente, já vi muitas vezes em restaurante na hora do almoço, a colher, ou o garfo ou até mesmo a faca cair no chão e o cliente apanhar o talher passa na roupa e volta a usar na sua refeição. Têm uns clientes que ainda dão uma sopradinha no talher. rs rs rs…
O alimento quando cai no chão não tem jeito, tá contaminado, a bactéria que tá no chão, passa para o alimento e do alimento passa para a pessoa contaminando de bactérias.

Não toque na ferida que doi....


O que é Religião?

Religião é um conjunto de crenças e práticas, em geral associadas a um poder sobrenatural que molda ou dirige a vida e a morte do ser humano, ou um compromisso com idéias que tornam coerente a vida de uma pessoa. A adesão a uma religião significa a crença numa força divina e a aceitação de uma certa orientação moral. As religiões também aglutinam comunidades com valores e objectivos comuns. Algumas são restritas a áreas geográficas específicas, mas outras como o hinduísmo, budismo, judaísmo, cristianismo e islamismo, estão disseminadas por todo a mundo, com milhões de adeptos.

Compromisso Religioso

A religião é praticada em quase todas as comunidades humanas. Mesmo em lugares onde um religião foi formalmente proibida, as pessoas continuaram a cultuá-la secretamente. A que se deve isso? A religião oferece ao indivíduo um significado de vida além da realidade terrena, proporcionando explicações para ocorrências mais misteriosas da vida. Pessoas não espirituais, às vezes, consideram a religião como uma fuga da realidade. Mas as pessoas religiosas provavelmente replicam que ela é um meio de explicar o milagre da vida de um modo que a ciência não consegue. A religião pode proporcionar organização social e orientação moral, reforçando a estabilidade social e a segurança. Ela tem rituais para etapas importantes da vida, como o nascimento, o casamento e a morte.

Questões de vida e morte

As imagens do mundo também incluem relatos sobre o tempo, a natureza humana, o destino e os modos pelos quais os vivos podem continuar a cuidar dos mortos. Originalmente não havia qualquer crença em uma vida significativa após a morte. Quanto muito, as pessoas acreditavam que uma sombra imprecisa continuaria a existir, mantida "viva" na memória de outros e dos descendentes. Isso significa que as grandes tradições religiosas do Ocidente e do Oriente estão fundadas em uma experiência das possibilidades deste corpo nesta vida. A crença de que haverá alguma espécie de continuidade após a morte (descrita de maneira variada em diferentes religiões) foi desenvolvida pelos nossos ancestrais através de suas descobertas no longo processo da exploração religiosas. O que de nós deve sobreviver é também descrito de muitos modos diferentes. Mas o que todas as religiões têm em comum é que elas protegem as informações que capacitam as pessoas a estabelecer objetivos de significação e valor, tanto nesta vida como após a morte. Toda essa informação precisa ser organizada, protegida e compartilhada.
Quando pequenos aprendemos que para conviver em grupo nem sempre as coisas irão acontecer conforme nossas pretensões. Aos poucos, no relacionamento com nossa família, vamos descobrindo que algumas atitudes não são bem aceitas pelas pessoas e criamos as primeiras regras de convivência. Porém, com o passar do tempo, vamos perdendo o hábito de sermos gentis com o próximo.
Devido à correria do dia-a-dia, as pessoas encontram-se estressadas, sem tempo para se divertir e aliviar suas tensões, pensando que tem o direito de maltratar os outros, falar de qualquer jeito, implicar ou tratar com desdém.
Essas atitudes fazem com que as pessoas se afastem umas das outras, pois ninguém gosta de ser tratado com rispidez e desvalorização.
Algumas palavras expressam delicadeza e educação na forma em que tratamos os outros. Em contrapartida, há outras que demonstram falta de consideração e desrespeito. É importante que as palavras mágicas façam parte da nossa rotina de convivência, pois através delas podemos nos colocar como pessoas educadas, que desejam bem ao seu próximo.
Antes de tratar uma pessoa de qualquer jeito é bom se colocar no lugar dela, tentar perceber aquilo que gosta e que não gosta ou como será sua reação ao ouvir o que você quer dizer, pois cada um tem suas peculiaridades, sua forma de ser e agir.

Pensar no outro é uma forma de ser educado
Existem regras básicas de como devemos nos tratar para conseguirmos manter um relacionamento agradável com todos. Desejar bom dia, boa tarde e boa noite com um sorriso no rosto; não falar mal das pessoas; se dirigir ao próximo sem usar palavras ríspidas e grotescas; manter atitudes de delicadeza; usas as palavras mágicas – por favor, com licença, obrigada; perguntar se está tudo bem; mostrar interesse pelas coisas do outro; ouvir com atenção o que o outro quer dizer; não falar por cima da fala do outro, mas um de cada vez; ceder a cadeira que você está sentado para as pessoas mais velhas, etc.
É bom lembrar que as pessoas não são iguais e que as diferenças servem para enriquecer a vida, para trazer experiências de convivência que nos acrescentam valores éticos e morais, desde que sejam vistas dessa forma. Olhar para o outro de forma crítica, não aceitando e respeitando seu jeito de ser pode fazer com que acreditemos que tudo deva acontecer de acordo com nossas vontades.
Na verdade o que o outro tem que mais nos incomoda é aquilo que gostaríamos de ter ou ser igual e, como não conseguimos, criamos resistência em aceitar que o outro alcance.
Não afronte o outro, mas resista à sua própria capacidade de não aceitá-lo. Esse exercício o levará a conquistar novos sentimentos em relação às pessoas de sua convivência, além de fazer com que você cresça como pessoa e seja bem visto e bem querido por todos.