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Olá estou formulando uma enquete para saber quais tipos de assuntos e dicas para assim melhorar nossa comunicação , pesso por gentileza que mandem um email para .......andreexploid09@gmail.com.......

sábado, 5 de janeiro de 2013

Garganta seca....


Voce sabia que o O Deserto do Saara (em árabe: الصحراء الكبرى, aṣ-ṣaḥrā´ al-koubra; alternativamente em português: Sara ou Sahara) é tecnicamente o segundo maior deserto do mundo logo após a Antártica. Localizado no Norte da África tem uma área total de 9.065.000 km², sendo equivalentemente, um pouco menor que a Europa (10.400.000 km²) e os Estados Unidos e maior que países continentais, como: Brasil, Austrália e Índia. O nome Sahara é uma transliteração (em árabe: صحراء), que por sua vez é a tradução da palavra tuaregue tenere (deserto). O deserto compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Burkina Faso, Chade, Egipto, Líbia, Marrocos, Sahara Ocidental, Mauritânia, Mali, Níger, Senegal, Sudão, e Tunísia. Vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na área do Sahara.


Os humanos viveram na extremidade do deserto por quase 500 mil anos. Durante a última glaciação, o deserto do Sahara foi mais húmido (como o Leste africano) do que é agora. Ele possuía densas florestas tropicais. Seu clima era tão diferente que recentes estudos revelaram que o Rio Nilo corria antigamente para o Oceano Atlântico em vez de desaguar no Mar Mediterrâneo. Uma mudança de poucos graus no eixo de rotação terrestre causou, há cerca de 10 mil anos, uma grande transformação climática gerando o Sahara. Essa alteração, segundo alguns cientistas, foi a mãe da civilização egípcia pois deslocou pessoas que já haviam desenvolvido formas de vida sedentárias (agricultura e pastoreio) e tradições históricas (civilização) para o leito actual do Rio Nilo. O deserto é rico em história, diversos fósseis de dinossauros, e outros animais, foram encontrados ali. O Sahara moderno, geralmente, é isento de vegetação, excepto no vale do Nilo e em poucos oásis e algumas montanhas dispersas.



O deserto do Saara compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Burkina Faso, Chade, Egipto, Líbia, Marrocos, Saara Ocidental, Mauritânia, Mali, Níger, Senegal, Sudão, e Tunísia. Vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na área do Saara.

A área do Saara também inclui parte das bacias do Rio Nilo e do Rio Senegal, as montanhas Aïr, Hoggar, Atlas e o Vulcão Tibesti, pequenos desertos como Erg, Deserto da Líbia, Ténéré, Depressão do Qatar e Erg Chebbi, o lago Chade, e os oásis Bahariya, Ghardaïa e Timimoun.

As fronteiras do Saara são o Oceano Atlântico a oeste, a cordilheira do Atlas e o Mar Mediterrâneo a norte, o Mar Vermelho a leste e o vale do Rio Níger a sul.

O Saara divide o continente africano em duas partes, a África do Norte e Sub-Saariana. A fronteira saariana ao sul é marcada por uma faixa semi-árida de savana chamada Sahel, e ao sul de Sahel encontra-se o Sudão.

De acordo com o critério da botânica Cap-Rey, o Saara está entre as áreas:

  • ao norte: limite de maturidade da Phoenix dactylifera
  • ao sul: limitado a sudeste por Cornucala monacantha (a Chenopodiaceae) ou limitado a nordeste por Cencrus biflorus (a Poaceae na região do Sahel).

De acordo com o critétio do clima:

  • ao norte: 100 milímetros anuais de precipitação.
  • ao sul: um limite de 150 milímetros de precipitação anual (que se mantem de um ano a outro)
.


  • Dromedários e cabras são os animais predominantes no Saara, por causa das suas qualidades de sobrevivência, da resistência e da velocidade, um dromedário é o animal favorito dos nômades.
  • O Leiurus quinquestriatus é um tipo de escorpião do Saara pode alcançar 10 cm, ele possui o agitoxina e scyllatoxina, que são venenos tóxicos, que levam a morte na maioria dos casos.
  • O varano com nome científico de varanidae é um tipo de lagarto.
  • Cerastes é um tipo de cobra que tem em média 50 cm no comprimento. Muitos têm um par de chifres. Muito activo na noite, encontram-se geralmente enterrado na areia com somente seus olhos visíveis. As mordidas são dolorosas, mas raramente fatais.
  • Feneco, um omnívoro.
  • A Dassie, seu primeiro fóssil encontrado recorda 40 milhões de ano atrás.
  • O avestruz é nativo da África, tornaram-se raros porque foram imigrados para outros países.
  • O adax é um grande antílope branco, é uma espécie ameaçada. Adaptado ao deserto, pode sobreviver por até um ano sem água.
  • A chita do Sahara vive no Niger, Mali e Chad
Outro é o
Deserto do Atacama localizado na América do Sul, se estende por 1,81,300 km. É uma faixa de terra que fica na costa do Pacífico da América do Sul e no oeste da Cordilheira dos Andes.
O deserto de Atacama é um planalto praticamente sem chuva e o mais seco deserto do mundo, de acordo com uma pesquisa realizada pela NASA.

Localização Geográfica
Cálculos mostram que Geográficos deserto de Atacama situa-se 30 ° ao sul do equador, estendendo-se poucos quilômetros a sul do Chile, fronteira com o Peru. A região costeira do sul do Peru é considerado uma parte do deserto do Atacama. Na maior parte ocupa o norte do Chile, junto ao Oceano Pacífico, composto por lava densa, areia e sal das bacias. Uma parte substancial do deserto se estende até a montanha dos Andes.
Condições Climáticas
As condições climáticas incluem baixas temperaturas, neve, neblina, etc.
Confira abaixo os detalhes sobre o clima do deserto de Atacama.
Temperatura:
Existem alguns fatos sobre o deserto de Atacama que nos deixam chocados. O lugar é muito frio, apesar de ser o mais seco deserto e ter os intervalos de temperatura entre 0 ° C a 25 ° C. A precipitação média anual nesta área é inferior a 0,004 mm/0.01cm de chuva por ano.
Flora e Fauna
Não há crescimento das plantas nesta região. No entanto, certas espécies de cactos, algas e líquenes são encontrados. Flamingos, pingüins, pelicanos, são normalmente encontradas em regiões costeiras. Outros animais como ratos, raposas, veados e llamas também são encontrados no deserto de Atacama.
Habitação Humana
San Pedro de Atacama é uma pequena vila localizada no oásis, situada no meio do deserto. Esta região é pouco povoada. evidências históricas indicam que tribo atacamenha governou este lugar durante a época pré-hispânica. A Rodovia Pan-Americana é construída através do deserto de Atacama.
Há alguns fatos estranhos associados a este deserto, que o tornam o local mais seco da Terra.
Curiosidades:
* O deserto não recebeu nenhuma chuva entre o período 1570-1971.
* Os leitos dos rios estão secos desde o último 12 mil anos.
* Deserto de Atacama tem maior oferta de nitrato de sódio.
* O tipo de solo que foi encontrado em Marte pela sonda Phoenix Mars Lander, foi encontrado também em Atacama. O solo no deserto do Atacama é rico em nitratos e percloratos.
* Múmias mais velhas do mundo foram encontradas no deserto do Atacama.

Na Argentina, está situada ao sul do Rio Colorado e se divide em duas sub-regiões: a primeira constituída por cadeias montanhosas permeadas por vales, bosques, lagos e geleiras, e, a segunda, formada por uma gigantesca meseta de variada morfologia, constituída por serras, desertos, depressões, infinitas estepes e amplos vales fluviais.
Ocupa as províncias de La Pampa, Neuquén, Rio Negro, Chubut, Santa Cruz e Tierra del Fuego. Todas têm em comum a enorme beleza de suas paisagens, as grandes distâncias e sua pouca densidade de populaçao.
Do lado da cordilheira se destaca a magnificência de suas montanhas, bosques incríveis que emolduram lagos de águas cristalinas, geleiras milenárias e uma rica variedad de fauna enquanto que do lado Atlântico a que reina é a baleia franco austral quem compartilha as àguas com orcas, lobos e elefantes marinhos, pingüins e golfinhos overos. 
Entre as montanhas da cordilheira dos Andes e a bravura do oceano Atlântico, as áridas mesetas varridas por incontroláveis ventos, encerram em seus vales múltiplas e curiosas riquezas naturais e culturais.
Santa Cruz oculta tesouros como os Bosques Petrificados e o Glaciar Perito Moreno. Chubut há também tesouros culturais bem conservados, como as localidades do Gaiman e Travelín. Ali, os desendentes dos colonos galeses que chegaram no final do século XIX à província do Chubut, ocupam-se de manter vivas as tradições de seus antepassados.
Um circuito especialmente dotado de beleza é o denominado “Ruta de los 7 Lagos” em Neuquén, para viajar desde Junín de los Andes até San Carlos de Bariloche (Rio Negro), destino turístico por excelência. Esta cidade atrai a milhões de turistas que praticam esportes invernais, turismo aventura ou a simples contemplaçao da natureza.
No extremo sul está a cidade da Ushuaia. Entre as visitas obrigadas se encontram os Museus do Fim do Mundo, o antiguo Presídio e o Trem do Fim do Mundo que chega até o Parque Nacional Tierra del Fuego.

Clima:

As temperaturas registradas variam desde as mais baixas do continente até os 45ºC, desabando chuvas torrenciais na zona nos bosques cordilheiranos do Chile enquanto o ar é tórrido e seco nos desertos da meseta central argentina.

Vegetação:

Incluindo o deserto, a estepe, a tundra, a floresta fria e os bosques austrais, uma razoável parcela da Patagônia está protegida pela criação de pelo menos 12 parques e reservas nacionais na Argentina e outro tanto em território chileno.

Relevo:

Reunindo uma grande diversidade de paisagens e habitats que variam desde a alta montanha, os campos de gelo.
São comuns as geleiras gigantescas, montanhas, lagos e rios formados de degelo, bem como paisagens pampeanas, desertos e bosques de árvores típicas da floresta úmida como alerces e araucárias centenárias.

Litoral:

A pesca, a pecuária, a lã, as frutas e o petróleo são os principais produtos da região, além do turismo. O litoral é famoso por reunir algumas das maiores colônias de pingüins do mundo, além de ser santuário para reprodução de baleias, lobos marinhos e uma enorme variedade de pássaros.

História e Cultura:

Tanto no Chile quanto na Argentina a acolhida ao turista é hospitaleira, qualidade que se ressalta no homem do interior acostumado à vida isolada em razão das grandes distâncias.
A cultura e os hábitos do homem pampeano, representado no Brasil pela figura do gaúcho, presente no Rio Grande do Sul e em partes de Santa Catarina e do Paraná, adentra Argentina e prolonga-se em direção ao sul por uma faixa ininterrupta até os confins da Terra do Fogo, mesclando-se com bolsões de descendentes de imigrantes europeus com a forte cultura indígena autóctone.
Assim, não será nenhuma surpresa se, em algum destes países, o viajante for convidado a sentar-se frente ao fogo e acolhido com uma cuia de chimarrão, localmente chamado de mate, representando não só a bebida nacional como também um franco e representativo sinal de hospitalidade.

Na região do deserto da Califórnia, o Deserto de Mojave compreende a parte mais elevada , enquanto que o Deserto de Sonora , a parte mais baixa.  O deserto do Mojave apresenta um clima hostil e formações geológicas peculiares.



Vale da Morte
Dentre as formações geológicas há o Vale da Morte, composto de lagos secos e cobertos de sal. O Deserto de Mojave abriga o maior cemitério de aviões do mundo. No cemitério de aviões estão guardados aeronaves fora de uso que lá são deixados pelas empresas de aviação comercial a espero do desmonte, pois grande parte de seus materiais são reciclados.
O Deserto de Mojave possui este nome por lá haver grande incidência de cobras conhecidas como Mojave. Na região desértica da Califórnia ainda há o Parque Nacional Joshua Tree que abrange as áreas dos desertos do Colorado e do Mojave.  “Joshua Tree” significa “arvore  de Josué”.
Na parte mais baixa, o Deserto de Sonora está na fronteira entre os EUA e o México. Este deserto também é conhecido como Deserto Gila e Baixo Deserto.
O Deserto de Sonora possui um clima desértico frio. Abrange superfícies do sudoeste, do estado de Utah, sul do estado de Nevada e noroeste do estado do Arizona. É um dos deserto mais maiores da Americo do Norte.

Tambem existem os grandes desertos gelados 

1º: Deserto Antártico (Polo Sul do planeta)

Deserto AntarticoO grande deserto antártico tem quase 14 milhões de quilômetros quadrados de extensão. Esse tipo de deserto se forma por causa da baixíssima temperatura , que não deixa a água sair de seu estado sólido. Quando não se evapora água, não há chuvas. A temperatura mais baixa atingida nesse deserto foi de -89,2ºC, no ano de 1983.

2º Deserto Ártico (Polo Norte do planeta)

Deserto ArticoO segundo maior deserto do mundo também é um dos polos, e também é feito por um grande oceano congelado e coberto por neve. Sua área é um pouco menor que a do deserto Antártico, mas também quase atinge os 14 milhões de quilômetros quadrados. Já a temperatura é menos baixa, com médias de -40ºC. A temperatura mais baixa registrada é de -68ºC

 O grande deserto de Gobi na China




Até no Brasil que é um país tropical com altos indices pluviometricos e fluviometricos corre perigo
Verdade. Essa situação já atinge mais de 1.488 municípios - bem mais da metade dos 1.800 que compõem os nove Estados do Nordeste, segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Afeta, ainda, algumas cidades do norte de Minas Gerais e noroeste do Espírito Santo. Trata-se da região semi-árida mais populosa do mundo, onde vivem 32 milhões de habitantes.


A área total de desertificação aumentou de cerca de 900 mil quilômetros quadrados (2003) para mais de 1.338.076 de quilômetros quadrados (2007), o que equivale a 15,7% do território nacional, segundo José Roberto Lima, coordenador-técnico do Programa de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente. Ele diz que, se essa situação continuar, as regiões semi-áridas do Brasil podem se transformar em áridas ou semi-desertos, num prazo de 60 anos. Já as subúmidas secas se transformarão em semi-áridas e estas serão as que sofrerão os impactos do aquecimento global no Brasil, de acordo com os estudos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas  

E não acaba por ai não
 O deserto é parte de Al-Hamad, que cobre porções da Síria, Iraque, Jordania e Arábia Saudita. Possui fronteiras a oeste com o Vale Orontes e a leste com Eufrates Ao norte, o deserto dá lugar à áreas muito férteis no centro-norte da Síria. No sul, ele corre para a Peninsula Arábica. Muitos oásis existem no Deserto Sírio como o Palmyra. Damasco , capital da Síria fica localizada em um dos oásis do deserto. A paisagem notável foi formada por soerguimentos de lava advindos da região vulcânica de Jebel Druze, no sul da Síria.
 O lugar mais quente da Terra é o Deserto de Lut, no Irã, onde a temperatura chegou a 70,7 graus Celsius em 2005, segundo medições da Nasa, divulgadas ontem por uma equipe da Universidade de Montana, nos Estados Unidos. Localizado no leste do Irã, o Lut conta com uma paisagem árida repleta de grandes colinas de fragmentos de rocha esculpidas pelo vento. Sem aparelhos de ar condicionado ou qualquer proteção, um ser humano não resistiria por um dia àquele ambiente

Aproveitando toda essa informação vamos refletir sobre nossa casa o planeta em que moramos para que não vire tudo um grande deserto , cara vou beber alguma coisa pois fiquei com a garganta seca ...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Porque?.....



A necessidade de contar o tempo surgiu durante o neolitico, quando os primeiros agricultores notaram a importância do exato conhecimento das estações do ano para o sucesso de suas plantações. A partir daí, cada cultura desenvolveu seu próprio sistema de contagem do tempo.
Os diversos sistemas de contagem do tempo, fundamentados em maior ou menor grau em diferentes fenômenos astronômicos, são chamados de "calendários". O calendário moderno é do tipo solar e baseia-se no movimento descrito pela Terra em torno do Sol.

Unidades de tempo
O calendário atual, estabelecido em 1582, incorporou unidades de tempo de diferentes origens históricas. A mais antiga divisão do tempo, o dia, definida pela alternância cíclica da luz solar e da escuridão da noite é, provavelmente, anterior a 8000 a.C.
Mais tarde surgiram os meses, definidos originalmente pelas fases da lua, e depois o ano, baseado no movimento aparente do sol e no ciclo das estações. O mais antigo calendário solar foi desenvolvido no Egito por volta de 2773 a.C. Esse calendário tinha 365 dias e era ainda usado pelos gregos do Egito Ptolemaico durante o periodo Helenistico.
A divisão do mês em 4 semanas de 7 dias, invenção babilônica baseado em conceitos astrológicos e desenvolvida no século VII a.C., foi adotada pelos romanos na época do Império, provavelmente no século I d.C.

O calendário grego


Em época muito remota, o tempo era medido de forma muito simples, com base nas quatro estações do ano e em diversos outros fenômenos climáticos e astronômicos (v. Hes. Op. 381-93). Posteriormente, as póleis instituíram um calendário baseado nos meses lunares e no ano solar, ao qual davam o nome de alguma autoridade civil ou religiosa. O início do ano e o nome dos meses variava de pólis para pólis e Tucídides, em sua obra sobre a Guerra do Peloponeso, dá uma idéia da complexidade desse sistema (ao lado).
O calendário mais conhecido é o ateniense ou ático. O ano ático tinha doze meses lunares, com número variável de dias, e durava apenas 354 dias. Periodicamente, acrescentava-se um mês intercalar de 30 dias, logo depois do mês Ποσεδειών, com o nome Ποσεδειών β' (Posedeion II), totalizando então 384 dias. O ano começava no solstício de verão (julho, no calendário moderno) e o mês, no primeiro dia da lua crescente. Não havia semanas, mas cada mês era dividido em 3 décadas de 9 ou 10 dias, conforme a duração do mês.
Eis um quadro dos meses lunares atenienses e sua correspondência aproximada com o calendário cristão de 2004-2005 (nesse ano não houve mês intercalar):


Nome Dias Início Fim


Ἑκατομβαιών
Μεταγειτνιών
Βοηδρομιών
Πυανεψιών
Μαιμακτηριών
Ποσεδειών
Γαμηλιών
Ἀνθεστηριών
Ἐλαφηβολιών
Μουνυχιών
Θαργηλιών
Σκιροφοριών
30
30
29
30
29
30
29
30
29
30
29
30
18-19 jul.
16-17 ago.
15-16 set.
14-15 out.
13-14 nov.
12-13 dez.
11-12 jan.
09-10 fev.
11-12 mar.
09-10 abr.
09-10 mai.
07-08 jun.
15-16 ago.
14-15 set.
13-14 out.
12-13 nov.
11-12 dez.
10-11 jan.
08-09 fev.
10-11 mar.
08-09 abr.
08-09 mai.
06-07 jun.
06-07 jul.
No século IV a.C., os gregos tomaram como base comum da contagem do tempo os jogos olimpicos, disputados a cada quatro anos. Hípias de Élis, de acordo com listas de vencedores das provas atléticas, calculou que a primeira Olimpíada teria ocorrido no ano que nós, modernos, chamamos de 776 a.C. Esse é o primeiro ano da 1ª Olimpíada. A partir dessa data, o tempo era contado de acordo com o número da Olimpíada e com os anos subsequentes. A batalha de Salamina ocorreu, por exemplo, no 1º ano da 75ª Olimpíada; para nós, isso se deu entre julho de 480 a.C. e julho de 479 a.C.
Por volta de -432, os calendários gregos tornaram-se mais precisos. Nesse ano, o astrônomo Meton de Atenas estabeleceu um ciclo de 19 anos, o ciclo metônico (19 anos = 235 lunações = 6940 dias). Um mês suplementar era introduzido no 3º, 6º, 9º, 11º, 14º, 17º e 19º anos do ciclo, o que reduziu a diferença a cerca de 2 horas, ou 1 dia a cada 290 anos, feito notável para os padrões da época.
Os astrônomos Calipo (c. 330 a.C.) e Hiparco (190-126 a.C.) fizeram posteriormente correções no ciclo metônico, deixando-o cada vez mais exato. Calipo sabia que a duração do ano era em torno de 365 + 1/4 e multiplicou então o ciclo metônico por quatro, obtendo assim um ciclo de 76 anos com um número inteiro de dias. Ao eliminar um dia do quarto ciclo de 19 anos, (76 anos = 940 lunações = 27.759 dias) aumentou a precisão do ciclo metônico. Esse ciclo, dito ciclo calípico, usava os nomes do calendário ático para os meses e começou a ser contado no solstício de verão de 330 a.C. (= 28 de junho) e foi logo adotado pelos astrônomos (ver Ptol. Alm. 1.2.12). Mais tarde, Hiparco determinou que a duração do dia era ligeiramente menor do que a calculada por Calipo, e propôs uma correção de um dia a cada quatro ciclos calípicos; o ciclo de Hiparco tem, portanto, 304 anos (= 3760 lunações = 111.035 dias).
Apesar dos esforços de Meton, Calipo e Hiparco, os ciclos padeciam, em grau maior ou menor, do eterno problema da discrepância entre a duração dos dias, dos meses lunares e do ciclo solar. Ademais, a adoção dos calendários baseados nesses ciclos não era universal. Depois da conquista romana, no entanto, as póleis gregas adotaram o calendário juliano.

O calendário juliano
Os romanos utilizavam primitivamente um calendário lunar, com adição periódica de um mês suplementar para compensar o atraso em relação às estações do ano, dependentes do ano solar. O método, extremamente rudimentar, acumulou em 47 a.C. uma diferença de 80 dias, gerando enorme confusão na vida civil e religiosa.
No ano seguinte, 46 a.C., o ditador romano Júlio César (100-44 a.C.) instituiu o calendário juliano, conforme as recomendações do astrônomo Sosígenes de Alexandria (séc. I a.C.):

  • o ano de 46 a.C. teve a duração prolongada: 445 dias;
  • o ano passou a ser calculado em 365,25 dias;
  • os doze meses passaram a ter duração diferente, quase igual à que têm até hoje;
  • o primeiro dia do ano, antes situado em 15 de março, foi fixado em 1º de janeiro;
  • a cada quatro anos, para compensar a fração anual excedente (0,25 dias), foi instituído o ano de 366 dias, chamado de ano bissexto até hoje.
Foi um trabalho soberbo para a época. No entanto, como nos outros calendários, havia ainda pequena defasagem entre o real número de dias do ano astronômico e os intervalos básicos de tempo (dias, meses, ano). A Terra completa uma revolução em torno do Sol a cada 365,2422 dias; como o ano havia sido fixado em 365,25 dias, essa pequena diferença foi se acumulando, e a cada 128 anos atingia 1 dia.
Em 1582, tornou-se necessário um pequeno ajuste, instituído pelo Papa Gregório III (1502-1585 d.C.), conforme as recomendações do astrônomo bávaro Christoph Clavius (1537-1612 d.C.):

  • 10 dias do ano de 1582 foram suprimidos (o dia 4 de outubro foi seguido do dia 15 de outubro);
  • os anos terminados em "00" e não divisíveis por 400 deixaram de ser considerados bissextos (1700, 1800 e 1900 d.C., não foram bissextos; 2000 d.C., sim).
O calendário juliano "corrigido", chamado de gregoriano em homenagem ao Papa, também não é perfeito, pois há um excesso de 0,0003 dias em relação ao ano astronômico. A diferença, porém, é de apenas 1,13 dias a cada 4000 anos, e novo ajuste será necessário somente em 5582 d.C., daqui a 3582 anos...

A Era Cristã
Para computar tempo superior a um ano, as antigas civilizaçõe utilizavam em geral a duração de reinados (Egito), a sucessão de magistrados (Roma Republicana), a enumeração das gerações (Grécia Arcaica), ou então um fato memorável, como por exemplo a fundação de Roma.
Durante o Império Romano, contava-se o tempo conforme a sucessão dos Cônsules e também Ab Vrbe Condita (AVC), isto é, "desde a fundação da cidade de Roma". Mais tarde, a referência passou a ser o ano 284 d.C., data da posse do Imperador romano Diocleciano (240-313 d.C.).
Em 523, o monge católico Dionísio, o Pequeno, decidiu efetuar a contagem a partir do nascimento de Jesus Cristo. Ele calculou que o nascimento de Cristo havia ocorrido em 753 AVC, no dia 25 de dezembro, e fixou o início da "nova era" no dia 1º de janeiro do ano seguinte, o 754º da fundação de Roma.
O novo sistema cronológico não foi aceito de imediato, nem mesmo pela Igreja Católica. Finalmente admitido no século X d.C. pela Cúria Romana, foi gradualmente adotado pelas nações cristãs, assim como o calendário gregoriano.
Devido à adoção do calendário gregoriano e da Era Cristã pela maioria das nações não-cristãs a partir do século XIX d.C., muitos eruditos preferem empregar o termo "Era Comum" no lugar de "Era Cristã".

a.C. e d.C.
Sabe-se, hoje, que Dionísio, o Pequeno, cometeu um pequeno erro de cálculo: Jesus Cristo, na verdade, nasceu pouco antes de 749 AVC, quatro a oito anos antes da data "oficial". No entanto, por tradição, até hoje o ano 754 AVC continua sendo o "Ano 1" da Era Cristã.
Com a adoção quase universal do calendário gregoriano e da Era Cristã no Ocidente, os anos posteriores à data tradicional do nascimento de Cristo (assinalado com um "X" na linha do tempo abaixo) passaram a ser contados em ordem crescente, e os anos anteriores em ordem decrescente.

lt

a.C. d.C.
É costume, principalmente entre os historiadores modernos, utilizar as abreviações a.C., "antes de Cristo", e d.C., "depois de Cristo", para especificar se a data se refere à Era Cristã ou ao período anterior. Os países de língua inglesa também utilizam, para a Era Cristã, a sigla AD antes do número: AD 1997.
Eis mais alguns conceitos úteis:

  • não existiu o "ano zero"; o dia 31 de dezembro de 1 a.C. foi seguido pelo dia 1º de janeiro de 1 d.C.
    Alguém nascido em março de 10 a.C. e morto em abril de 20 d.C. terá vivido, portanto, não 30 anos, e sim 29. Regra: 10 + 20 - 1 (subtrai-se, naturalmente, o inexistente ano zero).

  • o século compreende um período de 100 anos e é habitualmente representado por um algarismo romano; como não houve ano zero, o último ano de cada século d.C. termina sempre em "00", assim como o primeiro ano de cada século a.C.

     SÉC.
    a.C.
        INÍCIO

        FIM

     SÉC.
    d.C.
        INÍCIO

        FIM
     
    III 
    II 
    (...)
    300 a.C.
    200 a.C.
    100 a.C.
     
    201 a.C.
    101 a.C.
    1 a.C.
     
    II 
    III 
     
    XX
     
    1 d.C.
    101 d.C.
    201 d.C.
    (...)
    1901 d.C.
     
    100 a.C.
    200 a.C.
    300 a.C.
     
    2000 d.C.

  • o milênio compreende um período de 1000 anos (o primeiro e o último ano são calculados como no caso do século).
    Desse modo, o 2º milênio da Era Cristã termina em 31 de dezembro de 2000; o 3º milênio começa, portanto, em 1º de janeiro de 2001.

Convenções utilizadas no Portal
Adoto, em minhas páginas, uma variação do sistema usado pelos astrônomos para as datas anteriores à Era Cristã (ou Era Comum): números negativos. Você encontrará o ano 753 a.C., por exemplo, escrito deste modo: -753.
Os matemáticos acham desnecessário colocar o sinal "+" quando utilizam números posivos; do mesmo modo, não utilizo a notação "d.C." ou "AD" para datas posteriores à Era Cristã ou Comum. O ano 284 d.C., por exemplo, fica simplesmente assim: 284.
Algumas datas situadas na Pré-História são eventualmente referidas segundo a notação arqueológica "AP" (antes do presente, tradução do inglês "BP", before present). O ponto de partida desse método é, convencionalmente, o ano 1950 de nossa Era. Assim, -46 é o mesmo que 1996 AP.
Para assinalar nascimentos, mortes ou, simplesmente, um intervalo de tempo, utilizo uma barra inclinada para a direita: "Júlio César (-100/-44)"; "Idade do Bronze, -3000/-1100"; etc. Quando as datas são um tanto imprecisas, costumo colocar uma única referência temporal: "Sosígenes de Alexandria (séc. -I)".

Notas
  1. A lunação é o tempo médio decorrido para um ciclo lunar completo, i.e., que abrange todas as fases da lua. Dura, em média, 29,530589 dias, ou 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3 segundos. Nos calendários lunares, cada mês corresponde a uma lunação; a fase de referência é, em geral, a lua nova.
  2. O solstício, do latim sol, "sol", e sistere, "ficar fixo", é um evento astronômico que ocorre duas vezes por ano, quando a inclinação do eixo da terra atinge o ponto mais distante do sol, ao sul ou ao norte. No solstício, o movimento aparente do sol para o sul ou para o norte cessa e ele parece tornar-se fixo. No hemisfério norte, onde fica a Grécia, o solstício de verão cai entre 20 e 23 de junho e o de inverno, entre 21 e 22 de dezembro, marcando respetivamente o início do verão e do inverno (no hemisfério sul é o oposto). O solstício era um dos fenômenos a que os navegantes da Antiguidade, que se orientavam pela posição dos corpos celestes, davam grande importância. Em certas culturas, a época tinha importante significado religioso.
  3. O cônsul era um magistrado romano eleito pela Comitia Centuriata, assembléia constituída por todos os cidadãos romanos, mas que na prática era dominada pelos patrícios. Eram eleitos anualmente dois cônsules e, durante a República (-509/-31), tinham poder civil e militar (imperium) quase ilimitado. Assumiam suas funções no dia 1º de janeiro, e era costume dar seu nome ao ano: "próximo às calendas de junho, pois, sendo cônsules Lucius Caesar e Caius Figulus..." (Salústio, Catilina 17). Na época imperial (após -31), passaram a ser nomeados pelo Imperador e, embora o cargo ainda tivesse muito prestígio, o imperium eram exercido pelo próprio Imperador.
  4. "AD" é a abreviatura habitual da expressão latina Anno Domini, "no ano do Senhor". Usa-se, em geral, antes do número: AD 1500 = "no ano do senhor de 1500".entendeu....

Surto ou mudança..


Sinais que lhe indicam que é hora de mudar de hábitos

Assumindo um papel de advogado do diabo, se olhar em retrospectiva para o seu passado vai concluir que alturas houve em que identificou que era a altura certa para mudar alguns dos seus hábitos. Na verdade, é a melhor coisa a fazer quando muito do que nos fazia sentido em tempos passados deixou de o fazer hoje. Aqui vão alguns sinais que lhe dizem que é altura de mudar de hábitos.
1. A sua barra de energia já não passa de meio
Já não sente a energia que sentia e nem a fórmula que utilizava para recarregar baterias funciona? A força e a vontade que a caracterizavam na realização de tarefas mantém-se abaixo do esperado e não há sinais de melhoria? Este é um excelente sinal de que algo está mal e que é hora de saber o que é. Há situações que facilmente se ligam à idade mas há outras que não e é altura de mudar de hábitos quando não consegue repor os seus níveis de energia. Algo está mal consigo e com o que faz.
2. Distracção
Nunca foi tão fácil distrair-se como hoje. Num mundo informatizado e mergulhado na Big Data, as distracções aparecem por todos os lados e sob todas as formas. Facebook, Tweeter, e-mail, telemóvel, smartphonetablets, e um número sem fim de pretextos, roubam-lhe o seu precioso tempo e numa altura em que nos queixamos, frequentemente, de falta de tempo. Mais um sinal que é altura de mudar de hábitos e este sinal é facilmente identificável. Comece por estas dicas sobre como manter-se focado
3. Procrastinação
A procrastinação é um sinal claro de que precisa de mudar de hábitos. A procrastinação nem sempre está associada à preguiça, mas sim ao facto de estar sobrecarregado noutras situações. Considero procrastinar como o adiamento, constante, de tarefas com razoável importância. Tarefas sem importância que são adiadas, não considero procrastinação. Portanto, se de alguma forma vai adiando algo que é importante para si então é hora de mudar, e pode começar por perceber como derrotar a proscratinação.
4. Tédio
Os seus hábitos levam-no para um sentimento de tédio e aborrecimento? Melhor, os seus hábitos profissionais ou, inclusive, o que faz traz-lhe um sentimento entediante? Triiimmmm, a campanhia está a tocar e está na altua de mudar. Mude a sua rotina, abane os seus dias e tente outra perspectiva. As próprias metolodias de trabalho são hábitos, pode começar por aqui. Experimente coisas novas e consiga novas experiências. Desafie o status quo.
5. Quando começa e não acaba
Está cheio de entusiasmo com um novo projecto, dá o pontapé de saída cheio de força e energia mas quando dá por si… passaram-se dias sem conta e não voltou a pegar naquilo que parecia ser A ideia. Será que o fez porque perdeu a motivação ou será que foi por manter uma série de hábitos que o impedem de avançar com os seus projectos paralelos?
6. Ausência de sentimento de realização
Outro sinal claro de necessidade de mudança é quase sente um contentamento normal quando atinge os seus objectivos. Contentamento não é o mesmo que realização ou felicidade. Contentamento acaba por ser um género de alivio e não um sentimento “ahhhhhh consegui!”, não deverá confundir. O contentamento é o sentimento do razoável e não do brilhantismo. Se vê as suas conquistas como apenas mais uma conquistais time to change.
7. Entusiasmo entusiasmante
Vive mais entusiasmado com os desafios dos outros do que com os seus próprios desafios? Fica a pensar nas histórias interessantes que os outros lhe contam ao mesmo tempo que se lamenta de não ter acontecido a si? Creio que estes episódios deixaram de ser somente uma conversa de amigos e passou a ser um problema que tem entre mãos. Se tem um entusiasmo entusiasmante pela vida dos outros, por vezes mais do que pela sua vida, espero que tenha umas noites valentes sem dormir. Depois disso, apenas desejo que seja como o meu amigo: noites sem dormir são o sinal de que é altura de mudar de hábitos e, quem sabe, de vida.
8. Os transportes públicos são uma seca…
…porque, de facto, são. Mas já imaginou o que pode fazer nos transportes públicos a caminho do trabalho que não pode fazer no seu carro? “Ah e tal, não tenho tempo para ler…”, já ouviu esta desculpa em algum lado? Eu já, tanta vez. Tenho falado tanto em mudar de hábitos e acabo de lhe dar um, de caras, que deve começar por mudar. Só traz vantagens: poupa dinheiro, ganha tempo para ler, para pensar, ouve música, não perde horas no trânsito, ajuda o ambiente, e um número infindável de outras vantagens.
9. “Ler é uma seca”
Ler é um hábito, dos bons. Perder o interesse na leitura ou nunca ter simpatizado com esse acto magistral é um sinal indicador de que deverá mudar de hábitos. Impedir-se de saber mais é impedir a sua própria evolução, um constante crescimento. Repare que o que se pode tornar um tédio é os temas da leitura e não a leitura em si, todos nós lemos todos os dias, a toda a hora. Portanto, reveja o seu conceito de leitura e comece já hoje por mudar os seus hábitos para que os bons livros comecem a entrar na sua vida.

“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Por isso, a excelência não é um acto, mas sim um hábito.”

- Aristoteles

Todos nós gostaríamos de fazer alterações positivas nas nossas vidas, criar e manter hábitos que mudariam, para melhor, o nosso dia-a-dia… mas por onde começar? Que hábitos são esses? Esta não é uma pergunta fácil, mas na tentativa de o ajudar a começar a formar novos hábitos que podem mudar a sua vida para melhor, escolhemos sete.

Hábitos novos, vida nova

A ideia não é seguir, à letra, cada um destes sete hábitos, mas sim escolher um ou dois que podem ter um impacto profundo na sua vida, melhorando-a substancialmente. Depois, se quiser continuar a adoptar mais hábitos, força. Se não, concentre-se naqueles que já abraçou. O importante é trabalhar para os implementar e manter. Mas antes, uma pequena lista sobre como desenvolver novos hábitos, que é tão importante como mantê-los:
  • Implemente um desafio de 30 dias onde se concentra apenas num novo hábito.
  • Coloque esse desafio/hábito preto no branco, escrevendo ainda quais as suas motivações, obstáculos esperados e estratégias para os ultrapassar.
  • Dedique-se a 100%, de preferência publicamente.
  • Registe o seu progresso.
  • Dê a conhecer o seu progresso diariamente e, de preferência, publicamente.
  • Tenha um amigo/comunidade de apoio para os momentos mais difíceis, seja real ou virtual.
  • Recompense-se por cada vitória.
  • Se falhar, perceba o que correu mal, delineie uma nova estratégia e tente outra vez.

 hábitos que podem mudar a sua vida

  1. Pensamento positivo. Este é um dos hábitos fundamentais da vida, até porque irá ajudá-lo a formar outros hábitos igualmente importantes. É lógico que o pensamento positivo sozinho não o vai indicar o caminho do sucesso, mas é um trunfo poderoso em termos de motivação, para que possa concretizar as coisas necessárias para triunfar. Os pensamentos negativos estão intimamente ligados ao fracasso, ao invés dos pensamentos positivos que o ajudam a ver o mundo de outra maneira e a conquistar aquilo que mais quer. Ao focar-se primeiro neste hábito, a adopção de outros torna-se mais fácil. Como fazer? Esteja consciente dos seus pensamentos e autocríticas negativas, anotando-as cada vez que aparecerem – depois, analise as circunstâncias em que mais vezes ocorrem, para as poder eliminar. Com o tempo, será muito fácil converter o negativo em positivo.
  2. Exercício físico. Todos nós sabemos que o exercício físico é uma peça chave para corpo e mente sã e, consequentemente, para uma vida saudável e equilibrada. E de que forma é que este hábito pode alterar vidas? De várias:
  3. Faz-nos sentir melhores connosco próprios, mais confiantes – o que leva invariavelmente a mais sucesso e a outras mudanças igualmente positivas.
  4. Reforça o hábito do pensamento positivo – terá de pensar positivamente para manter um regime de exercício físico.
  5. Diminui os níveis de stress e proporciona-lhe tempo de qualidade para pensar e/ou meditar – o que proporciona um maior bem-estar mental e emocional na sua vida em geral.
  6. Incentiva e potencia a criatividade – curiosamente, as sessões de exercício físico são momentos que favorecem o brainstorming e a criação de boas ideias.
  7. Uma tarefa de cada vez. O “single-tasking” é, obviamente, o oposto do multi-tasking”, ou seja, em vez de tentarmos sempre fazer mil e uma coisas em simultâeno, vamos concentrar-nos numa tarefa de cada vez. E isto vai mudar a sua vida como? De várias e importantes maneiras:
  8. Será mais eficaz com cada tarefa que iniciar e, no final, conseguirá fazer mais e melhor. É muito difícil concretizar objectivos relevantes se estiver constantemente a “saltar” de uma tarefa para a outra, sendo distraído por outras coisas “urgentes”.
  9. Em geral, andara menos stressado e os seus dias revelar-se-ão mais felizes.
  10. Concentre-se apenas num objectivo. Da mesma forma que é mais eficaz concentrar-se numa tarefa ou num hábito de cada vez, o mesmo raciocínio é aplicável aos grandes objectivos da nossa vida. Embora possa não parecer, concentrar-se exclusivamente num único objectivo é a forma mais infalível de o concretizar. Ao tentar realizar demasiados objectivos em simultâneo estará a dispersar a sua energia e concentração – dois elementos críticos para a materialização dos seus sonhos. Digamos que tem 5 objectivos para alcançar – escolha um e dedique-se unicamente a esse. Faça algo todos os dias para chegar mais perto da meta final, se necessário divida esse objectivo em mini-objectivos, que são mais fáceis de realizar… e assim sucessivamente, até conseguir tornar o seu sonho realidade. Depois, passe para o próximo objectivo. Porém, existem objectivos que são contínuos – como ir ao ginásio todos os dias ou actualizar o blogue – nesses casos, concentre-se em transformá-los em hábitos.
  11. Elimine o que não é essencial. Em primeiro lugar, identifique o que é essencial – ou seja, as coisas mais importantes na sua vida, aquelas que mais ama e que não imagina viver sem. Depois, analise a sua vida e elimine todo o resto – o supérfluo pode estar relacionado com a casa ,  carro, trabaljho ,  compromissos semanais ou mensais, entre outros. Este processo tornará a vida mais simples , onde será mais fácil focar-se naquilo que é essencial, naquilo que lhe é mais querido. 
  12. Generosidade. Sim, a generosidade é um hábito, que pode ser cultivado. Concentre-se na bondade todos os dias durante um mês e verá alterações profundas na sua vida. Sentir-se-á melhor enquanto ser humano, verá como as pessoas à sua volta o vão tratar diferente, com igual carinho. Como desenvolver a generosidade enquanto hábito? Tenha como objectivo fazer algo bom por alguém todos os dias – pode ser planeado ou instintivo. Em segundo lugar, sempre que interagir com pessoas ao longo do seu dia, procure ser simpático, generoso e compreensivo. Em terceiro lugar, tente estender toda essa bondade para gestos maiores, como o voluntariado ou ajudar diretamente quem é mais necessitado.
  13. Rotina diária. Um dos hábitos mais simples é a criação de uma rotina diária, uma rotina que fará toda a diferença na sua vida. As melhores rotinas são aquelas que utilizamos para começar ou acabar o nosso dia, quer seja na esfera pessoal ou profissional: para quando acordamos, para quando começamos a trabalhar, para terminar o dia de trabalho, para terminar a noite. E todas estas rotinas vão ser benéficas para a minha vida? Sim. Irão ajudá-lo a começar os seus dias da melhor forma possível e terminá-los já preparado para o dia seguinte. As rotinas são cruciais para implementar todos esses hábitos produtivos que quer e que precisa para concretizar os seus sonhos, mas também contribuem para ajudá-lo a concentrar-se naquilo que é realmente importante e não apenas nas coisas que surgem inesperadamente. Vão ajudá-lo a certificar-se que faz tudo o que pretende, da melhor forma possível, todos os dias. E isso pode ter um enorme significado na vida de alguém .

To quase aprendendo...


Aprendi que, em muitos casos, o silêncio acaba sendo a melhor resposta! Através dele, não permitimos que as palavras causem mais mágoas a nós e nem aos outros... O silêncio tem poder curativo, pois nos possibilita avaliarmos interiormente nossas ações  ...
Não sei quanto aos outros, mas eu tenho o meu limite e tolerância para verbalizar sentimentos, pensamentos e opiniões...
Percebo que quase todos passam boa parte do tempo explicando-se por atitudes suas, justificando as dos outros, dando respostas a tudo e todos por coisas que nem sempre precisam de respostas. Às vezes os fatos estão tão claros e visíveis que não precisamos responder nada... Faz parte de minha natureza conciliadora querer resolver tudo o que for possível através do diálogo, porém, há momentos em que não temos êxito e, infelizmente, ficamos a mercê das conclusões e julgamentos dos outros. E muitas pessoas carregam em si, em sua forma de verem o mundo e aos outros; uma maldade absurda que antecipa conclusões errôneas e injustas! Não vou discutir aqui sobre justiça ou o que seja certo e errado, afinal, cada um tem o seu modo particular, a partir de suas experiências, de agir e pensar como quiser...
Muitas brigas são alimentadas justamente porque as partes sempre estão dispostas a defenderem os seus interesses e opiniões, então, verbalizar acaba sendo a saída para que as defesas e acusações sejam mantidas. É uma luta interminável e quase sempre sem vencedores! Ontem, meu marido me disse que as brigas são como partidas de tênis... rsrs... Se houver jogador do outro lado, rebatendo a bola, o jogo durará e poderá, até, levar os jogadores à exaustão física e emocional! É verdade! Quando não tem rebatedor, disse ele, a bola cai e o jogo acaba! Eu sei que é difícil, muitas vezes, não reagirmos às ofensas e não rebatê-las, às vezes até com brutalidade, demonstrando toda a fúria causada; porém, onde isso nos leva?
Eu sempre pensei que todas as pessoas, por mais defeitos que tenham, merecem crédito, carinho, atenção e compreensão. Um grande amigo e mestre, uma vez me disse que não podemos desistir do ser humano porque todos têm direito a erros e acertos. A própria justiça permite que até mesmo o pior criminoso tenha direito à defesa... Mas, no dia-a-dia, agir com todo esse senso de justiça nos exige muito mais do que bom coração ou compaixão. Exige forças que nem sempre temos e, por mais que tentamos encontrá-las, nossos problemas (que também pedem por soluções) impedem que a encontremos.
Então, apesar de alguns acharem que é sinal de fraqueza, fuga ou medo de encarar o “adversário”, aprendi que, em muitos casos, o silêncio acaba sendo a melhor resposta! Através dele, não permitimos que as palavras causem mais mágoas a nós e nem aos outros... O silêncio tem poder curativo, pois nos possibilita avaliar interiormente nossas ações e o rumo que nossos pensamentos nos levam. Também faz com que o “adversário” reflita sobre os seus julgamentos e acusações.
Passei boa parte da minha vida ouvindo o meu pai dizer: “Quando um não quer dois não brigam!”mas tambem quando eu quero a porrada come mesmomas porem, confesso, demorei muito para colocar isso em prática. Fico sempre assustada em ver como as pessoas fazem da vida um verdadeiro campo de batalhas, acreditando que todos querem brigar e se ferir! Passam o tempo todo armadas com seus pensamentos e conclusões maldosas, julgam e enxergam a todos como inimigos, e partem para ataques insanos! Certamente a vida não é fácil para ninguém e todos nós já passamos (ou estamos ainda passando) pelas provações, mas isso não dá o direito a nós e às pessoas para saírem agredindo quem surge à frente!
Tenho como princípio o lema: “se não posso ajudar, também não atrapalho”, então, em casos assim, deixo o meu silêncio como remédio... E espero que ele possa curar não apenas a mim, mas àqueles que não exercitaram o bom senso e pensamento antes de proferirem suas duras palavras.
Sendo assim, deixo o meu silêncio como resposta... Precisamos escutar o som da vida e encontrar nela as respostas sobre nossas atitudes e modo de viver...