teste

Olá estou formulando uma enquete para saber quais tipos de assuntos e dicas para assim melhorar nossa comunicação , pesso por gentileza que mandem um email para .......andreexploid09@gmail.com.......

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O caos ja esta instaurado....

Terceira Guerra Mundial

cyber-war
Muitas pessoas acreditam que a terceira guerra mundial se houver será biológica, ao invés de armas convencionais será bombas e gases que transmitem vírus a população.
Eu prefiro acreditar que a terceira guerra mundial será cibernética. é só prestamos atenção, todos os dias hackers invadem sistemas alheios, novos vírus lançados na internet, novos hackers são formados, países cada vez mais conectado a internet como hidrelétricas, hospitais, aeroportos e até o transito de algumas cidades.
Vivemos numa situação que um hacker pode causar um caos numa cidade ou pais, será tarefa difícil para um hacker fazer isso, mais pode acontecer.
Cyber War 3
A guerra cibernética deve-se ao fato de que hoje, os meios digitais estão completamente integrados aos governos e a todas as pessoas.
Stuxnet
O Stuxnet foi um worm projetado para atacar o sistema industrial SCADA , desenvolvido pela Siemens , mais especificamente o sistema de controle das centrífugas de enriquecimento de urânio do Irã , em 2010 , fazendo-as girar mais rapidamente do que o normal e causando rachaduras em seu interior sem que os funcionário percebessem o ocorrido. Como a usina não tem acesso à Internet , o vírus só pode ter se infiltrado por algum dispositivo com saída USB , como pendrives . O maior número de computadores infectado ocorreu no Irã , com o objetivo de infectar um dispositivo que fosse levado para dentro da fábrica. Esse vírus é considerado um dos mais complexos já feitos, por isso não pode ter sido produzido por um usuário doméstico, também eram necessárias informações privilegiadas sobre o funcionamento do sistema da usina, acha-se que tenha sido produzido a mando de algum governo interessado no adiamento da produção da bomba atômica iraniana. Para computadores com sistemas operacionais comuns como o Windows ou Mac OS X , o Stuxnet não causa danos, sendo fácil removê-lo. Credita-se a ele o estopim de ciberguerra, porém, antes dele, outros ataques a outros países já haviam acontecido.
Ataques à Estônia
A Estônia é um país "digitalizado", tem a maioria de seus serviços estatais atuando no mundo virtual e foi o primeiro país a realizar eleições pela Internet . Em abril de 2007 , quase todos esses sites governamentais foram atacados e ficaram temporariamente fora do ar, sites de jornais e emissoras de televisão também foram alvo dos ataques. Credita-se os ataques a hackers russos , porém, ainda não se sabe a origem real dos ataques. A motivação para esses ataques pode ter sido a polêmica sobre a remoção da estátua de bronze de um soldado russo, para eles, a estátua simbolizava a vitória contra o nazismo , mas que para a Estônia , lembrava apenas a ocupação soviética em seu território.
Ataques chineses aos Estados Unidos
Empresas estadunidenses foram alvo de ataques chineses em janeiro de 2010 , a principal delas o Google . Esses ataques estariam relacionados com espionagem de e-mails de ativistas que eram contrátrios ao governo chinês. O Google anunciou que pararia as ações na China , atualmente os servidores de Hong Kong recebem os acessos chineses.
Anonymous
Em um de seus vídeos no youtube o grupo hacker Anonymous alega ser uma legião composta por membros de diversos países.
Conclusão
Hackers de diversas nacionalidades atacando governos, governos caçando os hackers e governos contra governos isso já é uma Cyber War ( guerra cibernética).
exemplo de ataques na web.
Cyber War
O site The Hacker News relata os ataques hackers registrados no mundo, que basicamente surge novos ataques todos os dias.
Se algum dia a terceira guerra mundial vir a existir que seja 100% cibernética, pois assim não haverá derramamento de sangue e nem perdas de vidas.
Talvez estejamos vivendo o inicio da terceira guerra mundial e não sabemos, pois todos os dias surgem ataques, não percebemos por que são virtuais.
Cyber War 2

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Conflito de geração.....



Os pais de antigamente queriam ver os filhos trabalhando ainda crianças. O estudo ficava em segundo plano. Os pais de hoje preferem ver os filhos só estudando, porque trabalhar é assunto para só depois da faculdade – se tiver emprego, é claro. Hoje a lei proíbe o trabalho de menores de idade.
Os pais de antigamente achavam que os filhos tinham que crescer logo para se virar na vida, que era considerada dura e cheia de desafios. Os pais de hoje gostariam que os filhos não crescessem. Crescer pra quê? Para morarem sozinhos, trabalhar, pagar as contas, fazer compras no supermercado, providenciar alguém para lavar a roupa, cozinhar, arrumar a casa! Casados terão filhos...para os avós cuidarem. Teriam mais responsabilidade e preocupação! Pra que casar se eles podem namorar no shopping, no carro, em casa, até no quarto de dormir. Podem chegar a hora que quiserem da madrugada! Em casa o (a) filho (a) tem comida e roupa lavada, pra quê ir a luta? Em casa não precisarão arrumar o quarto, nem recolocar as coisas no lugar, nem ajudar os pais a descarregar as compras, nem ajudar a mãe na cozinha. Então, por que virar adulto? Para ser responsável e ter que encarar a vida tão perigosa e incerta lá fora?
Os pais de antigamente exerciam ao máximo sua autoridade sobre os filhos. Eram autoritários e reprimiam todos os desejos. Os pais de hoje se acovardam diante do poder crescente dos filhos. Existem crianças que batem de verdade nos pais e eles não sabem como reagir. Faz sucesso um programa da TV inglesa, “Super Nany” (aqui é “Super babá”) que ensina aos pais como se defender e sustentar regras para lidar com os filhos. Pais acovardados e sem autoridade era impensável, antigamente. Alguns pais de nossa época justificam sua covardia como defesa para o (a) filho(a) não fugir de casa, como aquele caso que virou notícia na imprensa. Os pais de hoje temem a explosão emocional e reação de vingança dos filhos; também temem serem mal interpretados pelos especialistas e vizinhos de plantão.
Os pais de antigamente comandavam totalmente a educação dos filhos. Hoje os pais sentem comandados pelos seus rebentos. Resta a esperança para alguns de que a escola eduque-os. Os pais que com esforço retomam a função de “pai” e de “mãe” tendem a sentir culpa, porque dizer um ‘não’ dá a impressão de serem autoritários.
Conversas sobre a sexualidade antigamente não aconteciam. Hoje, muitos pais ainda resistem conversar sobre sexo; parecem mais preocupados com as drogas e as doenças transmissíveis do que em prevenir o crescimento do número de gravidez precoce entre adolescentes. (“Não houve grandes mudanças nas relações dos pais quanto eles eram adolescentes se comparado aos tipos de relação que estabelecem com seus filhos atualmente”, segundo a pesquisa de Luciane Cristo e Josiane P. Ferreira – Cascavel/Pr. ).
Antigamente os jovens entravam em conflito sobre valores sociais, políticos, econômicos, religiosos, estéticos e comportamentais (brigavam pelo direito de usar os cabelos compridos e vestir uma calça velha-azul-e-desbotada). “Nós, que amávamos tanto a revolução” também éramos embalados pelo sonho de uma sociedade alternativa, ecológica, justa, igualitária, com fundo musical de rock ou new age. As crianças e os jovens do início do terceiro milênio não vivem um sonho coletivo de mudança social. Seu sonho é meramente subjetivo, tribal e plural. São mais propensos à discussão sobre assuntos menores do cotidiano como os games, amigos, namoro, aparência, do que os “grandes temas” da década de 1970. Os pais mais à esquerda já não conseguem conversar com os filhos os assuntos que eles, na sua época, consideravam importantes. Também, não conseguem fazê-los cumprir as pequenas coisas: regrar a hora de eles voltarem para casa, o tempo de ficar nos games, ler os jornais e revistas.
Antigamente os pais ricos simplesmente criavam os filhos. O ensino preceptorial se encarregava de dar uma “boa educação” aos economicamente privilegiados. Com o advento da “escola de massa”, no Brasil, a partir das décadas de 1970 e 80, foi anunciado para todos que a escola era quem devia “educar”. Os pais, agora, poderiam se dedicar ao trabalho e/ou se dedicarem plenamente à carreira profissional. Naquela concepção, seria mais “científico” e “moderno” deixar que os professores educassem a nova geração. Entretanto, esses abnegados profissionais foram humilhados de serem somente “professores” (formados em série como se fossem eucaliptos – “essa árvore sem vergonha”), e foram cobrados para serem “educadores” (comparados às velhas árvores: os jequitibás).
O resultado daquele discurso educacional a sociedade paga até hoje: os pais se desobrigaram de “educar” os filhos e a escola perdeu o seu foco de trabalho de ser eminentemente “ensinante”.
Obs: esse “antigamente” refere-se a não mais que trinta, quarenta anos. Ou seja, antigamente não é tão antigamente assim...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Direção defensiva .......

     
 Muitas vezes, o motorista pratica a direção defensiva sem que perceba. Não importa onde a pratica e se a chama por esse nome ou não. O que importa, na verdade, é que a direção defensiva é necessária para evitar muitos acidentes.

      Ao dirigir em vias públicas o motorista deve ser paciente e tentar ver o lado muitas vezes cômico, provocado por outros motoristas reconhecidamente neuróticos do trânsito. Sorrir em situações tensas e difíceis é sempre a melhor maneira de manter o equilíbrio para resolver problemas repentinos.

      Não se esqueça de que as estradas, ruas e avenidas foram abertas à circulação pública e não apenas para você. Ao conduzir um veículo, tenha em mente que você é apenas um usuário daquele meio de transporte e sujeito à disciplina legal das vias públicas.

      Uma grande regra para o bom relacionamento no trânsito, é o motorista se comportar como gostaria que os outros se comportassem com ele. É preferível, muitas vezes, ceder do que tentar manter de uma maneira competitiva, a disputa de uma preferência nem sempre absoluta.
      Dirigir com segurança requer uma boa dose de informação de fatos concretos. Esse conhecimento inclui o pronto reconhecimento de riscos e a maneira de defender-se contra eles.
      O código de trânsito vigente fornece muitas informações que o motorista deve receber. Além do código, existem livros e revistas especializadas. A experiência é também uma grande fonte de conhecimento. Finalmente, as autoridades de trânsito estão certas de que o conhecimento deve ser adquirido por meio de treinamentos programados.  
OLHO NO VELOCÍMETRO:

      Cuidado! A velocidade é outro grande fator de risco de acidentes de trânsito. Além disso, determina em proporção direta, a gravidade das ocorrências.

      Alguns motoristas acreditam que a velocidades mais altas podem se livrar com mais facilidade de algumas situações difíceis no trânsito. E que trafegar devagar demais é mais perigoso do que andar depressa. Mais a coisa não é bem assim. Reduzir a velocidade é o primeiro procedimento a se tomar na tentativa de evitar acidentes.

      A velocidade máxima permitida para cada via será indicada por meio de placas. Onde não existir sinalização, vale o seguinte:

EM VIAS URBANAS:

80 km/h nas vias de trânsito rápido.
60 km/h nas via arteriais.
40 km/h nas vias coletoras.
30 km/h nas vias locais. 

EM RODOVIAS:

110 km/h para automóveis e camionetas.
90 km/h para ônibus e microônibus.
80 km/h para os demais veículos. 

      O motorista consciente, porém, mais do que observar a sinalização e os limites de velocidade, deve regular sua própria velocidade - dentro desses limites - segundo as condições de segurança da via, do veículo e da carga, adaptando-se também às condições meteorológicas e à intensidade do trânsito.

      Todos os anos, muitos motoristas são vitimados em acidentes causados por animais. Esteja atento, portanto, ao trafegar por regiões rurais, de fazendas ou em campo aberto, principalmente à noite. A qualquer momento, e de onde menos se espera, pode surgir um animal, mesmo um animal de pequeno porte como um cachorro, geralmente provoca conseqüências graves.

      Ao perceber a presença de animais, reduza a velocidade e siga devagar até que tenha ultrapassado o ponto em que se encontra. Isso evitará que o animal se sobressalte e, na tentativa de fugir, venha de encontro ao seu veículo.

      O comportamento do pedestre é imprevisível. Para evitar acidentes, a receita é a seguinte: tenha muita cautela e dê sempre preferência aos pedestres

      Problemas como o álcool não são exclusividade de motoristas imprudentes. Pedestres embriagados também são freqüentes e geralmente acabam atropelados. Quase todas as vítimas são pessoas que não sabem dirigir, não tendo, portanto, noção da distancia de frenagem. Muitos são desatentos e confiam demais na ação do motorista para evitar atropelamentos.

      O motorista defensivo deve dedicar atenção especial à pessoas idosas e deficientes físicos, que estão mais sujeitos a atropelamentos. Igualmente, deve ter muito cuidado com as crianças que brincam nas ruas, correndo entre carros estacionados atrás de bolas ou animais de estimação. Geralmente atravessam a pista sem olhar e estão sob alto risco de acidentes.

      Outra maneira de se evitar atropelamentos, é transitar sempre com bastante atenção e em velocidade compatível com os locais onde existem riscos como : portas de escolas, centros urbanos, cruzamentos, aglomeração etc.

      Reduza sempre a velocidade ao se aproximar de uma faixa de pedestres. Se houver pessoas querendo cruzar a pista, pare completamente o veículo. Só retome a marcha depois que os pedestres tiverem completado a travessia. Tome cuidado na desaceleração, para evitar colisões por trás. Evite freadas bruscas.
A habilidade do motorista se desenvolve por meio de aprendizado: tem que treinar a execução das manobras de modo correto e depois executá-las sempre dessa maneira.
CINTO DE SEGURANÇA:
      Com a obrigatoriedade legal, o uso do cinto de segurança nos bancos da frente já está bastante disseminado no Brasil. Mas é preciso agora enfatizar a utilidade e a propriedade do uso do cinto de segurança, também por parte daqueles que viajam no banco de trás. Em um acidente, o cinto de segurança:

- Evita que você seja lançado para fora do veículo. Sendo lançado para fora, as chances de morrer são cinco vezes maiores;
- Evita que você seja lançado de encontro ao painel, ao volante ou ao pára-brisa;
- Evita que você seja lançado de encontro a outros veículos;
- Mantém o condutor em sua posição, permitindo, em alguns casos, que ele empreenda manobras defensivas para evitar danos maiores;
- Em caso de colisão frontal, os passageiros que viajam no banco de trás ganham, com a velocidade, um peso muito maior do que aquele correspondente à sua massa corporal. Um adulto de 70kg, dependendo da velocidade no momento do choque, pode ser projetado com força correspondente a uma tonelada de peso. Daí a importância do uso do cinto de segurança por quem viaja atrás.

      Cuidado especial deve ser destinado às crianças. Certifique-se de instalar assentos especiais para crianças até 3 anos. No caso de crianças maiores, cuide para que o cinto não as machuque. Ajuste a altura do cinto, ou coloque alguma proteção que traga mais conforto à criança. Vale lembrar que apenas maiores de 10 anos podem andar no banco dianteiro. 
Números assustadores:
- NO BRASIL ACONTECE CERCA DE 50.000 ACIDENTES DE TRÂNSITO POR ANO;
- 350.000 PESSOAS FICAM FERIDAS OU MUTILADAS;
- 25.000 (METADE DOS ACIDENTES QUE OCORREM ANUALMENTE) SÃO EM DECORRÊNCIA DO USO DE DROGAS E ÁLCOOL;
- ISTO É MAIS QUE O NÚMERO DE PESSOAS MORTAS NOS SETE ANOS DE GUERRA DO VIETNÃ, POR ANO;
- É COMO SE TODA SEMANA CAÍSSE UM AVIÃO JUMBO, MATANDO TODOS A BORDO;
- QUATRO PESSOAS MORREM POR HORA EM ACIDENTES DE TRÂNSITO.
Prestou atenção  evite acidentes e seja prudente....
 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Identidade nas pontas dos dedos...


Antes da existência da tecnologia biométrica automatizada, possível com o advento da computação, vários outros métodos não automatizados de biometria foram usados em períodos tão remotos quanto 6.000 anos atrás.

O uso da impressão digital para assinar documentos foi prática entre os antigos Assírios, Babilônios, Japoneses e Chineses. No Leste da Ásia, artesãos da cerâmica usavam a impressão digital marca pessoal para seus produtos. Negociantes do vale do Nilo, no Egito antigo, eram identificados pela altura, cor dos olhos e compleição. Essa informação ajudava a identificar negociantes com os quais os mercadores já tinha feito negócios com sucesso no passado. O explorador João de Barros relatou que os mercadores chineses estampavam mãos e pés de crianças com papel e tinta para distinguir uma criança da outra.

O primeiro estudo moderno sobre a biometria foi feito por Johannes Evangelista Purkinje, um professor de anatomia da Universidade de Breslau, que propôs um sistema de classificação de impressões digitais. O uso moderno da biometria se iniciou em 1858, quando Sir William Herschel passou a coletar impressões digitas nas costas dos contratos.

Em 1880, Dr. Henry Faulds propôs que os detalhes das papilas são únicos e que portanto as impressões digitais poderiam ser classificadas e usadas na solução de crimes. Na mesma época o Francês Alphonse Bertillon, tentando resolver o problema dos criminosos reincidentes que sempre forneciam nomes diferentes, imaginou um novo método de identificação baseado em medidas físicas do corpo humano. Bertillon acreditava que as medidas do corpo não mudavam com o tempo. No entato a Bertillonage era complexa e cara. O pessoal treinado media o comprimento e altura da cabeça, altura, largura, largura dos braços e dedos estendidos, etc. Em 1883, Bertillon começou a criar a sua base de dados de criminosos e no mesmo ano teve reconhecimento público ao identificar um impostor.

No final do século 19, Sir Francis Galton apresentou uma nova classificação para as impressões digitais usando os 10 dedos. Galton calculo em seu estudo que a chance de dois indivíduos possuírem a mesma impressão digital era de 1 em 64 bilhões. Galton determinou por quais características as impressões digitais poderiam ser reconhecidas (minúcias), que é basicamente o método em uso hoje. Em 1901, Sir Edward Richard Henry, como comissário assistente da polícia metropolitana, estabeleceu a primeira base de dados de impressões digitais da Inglaterra. O sistema de classificação Henry é usado hoje em todos os países de lingua inglesa. Em 1946, O FBI já tinha 100 milhões de fichas de impressões digitais em arquivo.

Biometria Automatizada

Os primeiros sistemas automatizados apareceram na década de 70. Em 1972, o Identimat, um dispositivo que media o dedo das pessoas, foi instalado em uma firma de Wall Street com o propósito de controle de ponto. Em 1974 a Universidade da Georgia começou a usar a geometria da mão em suas cantinas. A década de 70 ainda foi marcada pelo interesse governamental pelas tecnologias de reconhecimento e pelo surgimento do AFIS (sistema automatizado de identificação de impressões digitais). A década de 80 viu surgir os sistemas de reconhecimento facial, de retina e de íris, além do reconhecimento de assinatura.

Nas décadas de 90 e 2000, vimos a explosão de fornecedores e de aplicações, o aperfeiçoamento dos algoritmos de reconhecimento, o surgimento de padrões, o amadurecimento da indústria e crescente interesse do público, das corporações e dos governos.

O Pioneirismo do FBI

O FBI tem usado diversas formas de identificação biométrica desde o começo - de fotos a impressões digitais no começo (o FBI assumui o gerenciamento da base de impressões digitais americana em 1924) ao trabalho pioneiro com impressões latentes.

Em 1960 o FBI começou o processo de automatização e digitalização dos dados biométricos de suas bases. A medida que a tecnologia evoluiu nos anos 80 e 90, o FBI revitalizou seu processo de impressões digitais, em parceria com as polícias, ao desenvolver o IAFIS (Sistema de identificação de impressões digitais automatizado e integrado), que reduziu o tempo de resposta de pesquisas de meses para minutos. Agora o FBI começou o desenvolvimento do Sistema de Identificação de Próxima Geração, uma evolução lógica do IAFIS que irá incluir formas adicionais de identificação biométrica como face, tatoos, e impressões palmares.

O FBI começou com análise de DNA em seus laboratórios no final dos anos 80 e patrocinou o CODIS (sistema de indexação combinada de DNA), que começou a operar na década de 90. CODIS, que revolucionou o uso da "impressão digital genética" para estabelecer culpa ou inocência em investigações criminais, armazena perfis de DNA em uma série de bases de dados locais, estaduais e nacionais, todas ligadas via computadores para o uso em laboratórios policiais de qualquer parte dos EUA.

História da Biometria no Brasil

O Brasil adotou a biometria por impressão digital no início do século 20. O sistema de classificação das fichas decadatilares Brasileiras é o sistema Vucetich, que foi inventado pelo Dr. Juan Vucetich, policial e antropologista Argentino. O sistema Vucetich foi adotado na maioria dos países sulamericanos.

O 1° Sistema AFIS foi introduzido no Brasil no final de 1979 - o Printrak, da Thomas de La Rue, nos institutos de identificação da Bahia e de São Paulo, cada um tinha a capacidade para 4 milhões de registros decadactilares e 500 mil registros de impressões monodactilares. Ao contrário dos sistemas instalados nas polícias norte americanas e canadenses, nos anos de 1978/1979, no Brasil o AFIS não logrou êxito. E a causa, segundo o relatório da Thomas de La Rue, se deve ao baixo nível de qualidade das nossa impressões digitais, tanto entintadas como as latentes, somada a pouca utilização das impressões digitais nos casos policiais.

Em 2004 a Polícia Federal inaugurou o seu AFIS que foi interligado com o sistema de Informações Criminais (Sinic) dando origem ao Sistema de Identificação Nacional (SIN). O sistema foi inaugurado com 800 mil impressões digitais de criminosos registradas.

Em 2007 o governo Brasileiro começou a emissão do passaporte biométrico, além de diversos itens de segurança adicionais, o sistema do novo passaporte coleta assinatura foto e 10 impressões digitais roladas. Esses dados dever ser usados para criação de um passaporte de acordo com os padrões ICAO para e-passports, o que permitirá a leitura sem contato e a verificação dos dados biométricos.

Nas eleições de 2010, mais de 1 milhão de eleitores terão sua identidade verificada com o uso da biometria.

sábado, 14 de janeiro de 2012

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Coisas interessantes do Oriente Médio......

A porção oeste do continente asiático é também conhecida como Oriente Médio. Países como Afeganistão, Arábia Saudita, Iraque, Omã, Palestina, Turquia, Egito, Emirados Árabes Unidos, Chipre, Irã, Catar, Síria, Líbano, Kuwait, Jordânia, Israel, Lémen e Bahrein compõem esse pedaço da Ásia Ocidental. Quem pensa na região como sinônimo de guerras, conflitos e insegurança, engana-se. Tais fatalidades são, normalmente, exibidas pelas mídias, mas o Oriente Médio pode, com certeza, proporcionar momentos incríveis de lazer, em uma viagem bem segura. Localizado na junção da Eurásia e da África, do Mar Mediterrâneo e do Oceano Índico, com população estimada de 270 milhões de habitantes, o Oriente Médio é uma verdadeira “caixa de surpresas”.
Mulheres no Oriente Médio
Mulheres no Oriente Médio
É comum vermos matérias, na TV ou em revistas, que mostram os costumes do local. A imagem de mulheres muito reservadas e com turbantes, normalmente, é uma das primeiras coisas que nos vem à mente. A cultura do Oriente Médio é realmente diferenciada e, antes de visitar suas cidades, é importante conhecer os hábitos médio orientais. Tal conhecimento pode evitar muitos constrangimentos e desentendimentos. Confira os principais costumes:
  • As mulheres locais não devem sair com os cabelos descobertos e nem desacompanhadas.
  • A mulher casada, no Egito, exibe os cabelos somente para a família e para o marido.
  • A religião muçulmana obriga o uso do hijab, o manto islâmico que envolve todo o corpo, da abaya, a túnica preta e longa, e do niqab, o lenço fino que cobre o rosto e deixa os olhos à vista. Homens também usam longas túnicas.
  • No Egito, os homens ainda usam camisas e blusas com enfeites, sapatos floridos ou coloridos.
  • Na hora das refeições, não toca-se nos alimentos com a mão esquerda, pois essa é considerada impura. A mão direita, pelo contrário, é utilizada para fins nobres.
  • Em Marrocos, por exemplo, eructar após as refeições é sinal de satisfação. Quem não “arrota” passa por estranho.
  • As mulheres são muito vaidosas e preocupam-se com a estética. Nem mesmo a religião muçulmana impede que elas cuidem do corpo. Os salões são muito frequentados e, lá dentro, elas ficam mais à vontade, usando jeans, alças, descobrem o rosto, exibem jóias e, algumas vezes, piercings.
  • O beijo público entre casais é proibido. Mas o beijo entre homens, como comprimento, é permitido.
  • As moças solteiras não devem manter conversas com homens.
  • No Egito, as mulheres mais ricas exibem muitas jóias de ouro nos braços.
  • Nas escolas, os meninos e as meninas sentam em bancos separados.
  • Saiba pechinchar no Egito, pois, ao perceberem que trata-se de um estrangeiro, cobram altos preços pelos produtos locais.
  • Os Árabes não comem carne de porco, por ser considerada impura.
  • As mulheres são proibidas, pelo Corão, livro sagrado, de dirigir automóveis.
  • É comum encontrar homens de mãos dadas. Representa sinal de amizade.
  • Nos países árabes, é falta de educação apontar as coisas com o dedo indicador. Use sempre a mão inteira.
  • Deixar um pouco de comida no prato, após as refeições, é um elogio ao anfitrião, pois representa abundância.
Por mais que os costumes sejam flexibilizados para os estrangeiros, é importante entender um pouco da cultura local para evitar transgredir qualquer regra. As mulheres de fora podem usar jeans e saias, bem como os homens shorts e bermudas. Basta não exagerar a fim de não causar nenhuma reação. Biquínis discretos para as estrangeiras também são permitidos nas praias.
Alguns dos lugares mais procurados pelos turistas são: Israel, que respira história; a Turquia, sétimo país mais visitado no mundo, e; Dubai, um dos sete Emirados, considerada a capital do entretenimento. Quem gosta de passear à noite, vai se identificar muito com a cidade, pois ela oferece eventos capazes de preencher semanas. Um local que contrasta o velho e o novo, o conservador e o liberal. Se é para o Oriente Médio que você pretende ir em sua próxima viagem, aproveite para realizar reservas de hotéis  aqui no Falaturista. E se sua preferência é pela “capital do entretenimento”, temos diversosHotéis em Dubai para recomendar.
Dubai - Emirados Arabes Unidos
Dubai - Emirados Arabes Unidos
Devido a diversos fatos históricos e à religião, característica marcante, uma forte e peculiar cultura desenvolveu-se no local, atraindo olhares do mundo todo. O cristianismo, o islamismo, o judaísmo, o mitraísmo e outras doutrinas, nasceram e tiveram a região como centro espiritual. Hoje o Oriente Médio é um grande centro de negócios, uma área estratégica, que tem o petróleo e a agropecuária como principais atividades econômicas.

Chimarrão: A Presença Sul-Americana No Mundo Árabe

Chimarrão
Os sírios e libaneses são considerados os maiores consumidores de chimarrão no Oriente Médio e talvez até mesmo em todo o mundo, depois dos habitantes da América do Sul, o continente original da bebida preparada com Erva Mate.
É natural estranhar o alto consumo de chimarrão em países árabes tão distantes, mas tudo começou com a imigração de alguns sírios e libaneses para a Argentina ao final do século XIX, onde conheceram a bebida que foi integrada aos seus hábitos diários e os acompanhavam quando visitavam a terra natal.
Na década de 1980 muitos sírios das regiões do litoral e do Qalamun viajaram para o Brasil e a Argentina fugindo das dificuldades econômicas. Quando retornavam para visitar seus parentes levavam consigo as curiosidades e os novos hábitos que adquiriram na América. O chimarrão fez parte desse intercâmbio cultural, principalmente dos que viviam na Argentina.

Ramadã

O Ramadã é o nono mês do calendário islâmico. Pelo fato de o Islamismo usar um calendário lunar, o Ramadã começa e termina em diferentes períodos do ano. O calendário lunar é baseado na observação das fases da Lua, em que o início de cada mês é identificado com a visão de uma nova Lua. Este calendário tem cerca de 11 dias a menos que o calendário solar usado na maior parte do mundo ocidental.
O início do Ramadã em cada ano é baseado na combinação das observações da Lua e em cálculos astronômicos. Nos Estados Unidos, muitos muçulmanos aderem à decisão da Sociedade Islâmica da América do Norte para o começo da festividade. O final do Ramadã é determinado de maneira semelhante.
O significado do Ramadã

Comunidade árabe homenageia Independência do Brasil

Maior colônia estrangeira radicada em Corumbá, os árabes encontraram uma forma diferente de homenagear os 185 anos de Independência do Brasil. Com a Hata (turbante), traje palestino sobre os ombros, cinco integrantes da comunidade apresentaram a Dabka, dança alegre e contagiante, típica do país de origem, proporcionando um espetáculo para quem passava pelo Jardim da Independência na manhã desta quinta-feira (06), durante a solenidade alusiva à Semana da Pátria. Este ano, em Corumbá, a Prefeitura convidou os povos irmãos radicados na cidade para participar das comemorações.


A apresentação foi de improviso, mas suficiente para o corumbaense conhecer um pouco mais da cultura árabe que as cerca de 500 pessoas, inclusive descendentes, tentam manter viva, apesar da longa distância do país de origem. A expectativa era pela apresentação de dançarinas. No entanto, não houve tempo suficiente para organizar o grupo.

Arguile

Arguile
O Arguile, também chamado de narguilé, narguila, nakla, hookah ou shisha, é um cachimbo d'água largamente usado no Oriente, sobretudo pelos povos árabes, composto de fornilho, um ou mais tubos e um vaso cheio de água aromatizada que o fumo atravessa antes de chegar à boca dos fumantes.
É, antes de tudo, um símbolo de boas-vindas, de "ahla-ua-shala". Simboliza a hospitalidade, serenidade e a harmonia.
O Narguile é algo a ser fumado em grupos. Os fumantes de narguile fumam em grupos para poderem conversar entre si. Narguile tem uma sentido coletivo embora o conceito seja indivídual.
O termo provém do persa - Narguil - noz de coco, porque era esse o material que, primitivamente, se usava como reservatório para a água aromatizada. Hoje são fabricados arguiles em metal, cerâmica, porcelana ou vidro.
Partes
O arguile é formado pelas seguintes peças:

Música Árabe

A música árabe pode ter vários estilos, mas com algumas características em comum. A mais importante é a mais óbvia: música árabe deve ser cantada no idioma árabe. Como o árabe é uma língua falada em muitos países, a diversidade da música árabe vem das influências nativas de cada local.
Com raízes na poesia da Península Arábica pré-islâmica, a música árabe é fortemente vocalizada, a melodia seguindo o ritmo com que a letra é cantada, com pouco uso de polifonia e uma tendência a grupos musicais de poucos integrantes. Outra forte marca da música árabe são seus instrumentos típicos, que mesmo variando de acordo com a região, produzem a melodia que é marca distintiva da cultura musical árabe.

Vestimentas Árabes Típicas

Os turbantes e túnicas usados hoje nos países árabes são quase idênticos às vestes das tribos de beduínos que viviam na região no século VI. É uma roupa que suporta os dias quentes e as noites frias do deserto. A partir do século VII, a expansão do islamismo difundiu esse vestuário pela Ásia e pela África, fixando algumas regras. A religião não permite que os fiéis mostrem em público as partes íntimas para os homens, a região entre o umbigo e o joelho; e, para as mulheres, o corpo inteiro, exceto o rosto e as mãos. Por esse motivo, as vestes não podem ter nenhuma transparência nem serem justas a ponto de delinear o corpo. Essas partes só podem ser vistas pelo cônjuge e alguns familiares. Dentro de casa, portanto, veste-se qualquer roupa. Existem também normas para diferenciar a aparência feminina da masculina. Os homens não devem usar objetos de ouro ou seda.
Vestidos a rigor:
Simbolismo das roupas de origem árabe varia conforme a região.


Dabke

Grupo de dabke Palestino
A palavra dabke significa "bater o pé no chão". É dançado no Líbano, Síria, Jordânia e Palestina. Pode ser feito só por homens, só por mulheres ou por ambos, dependendo da tradição local. É feito em filas que podem se quebrar em formações.

Os dançarinos podem dar as mãos ou colocá-las no quadril, com os cotovelos para fora. O líder é quem determina os passos da dança, guiando da ponta da fila girando seu lenço branco no tempo da batida. Quando os outros dançarinos estão acompanhando devidamente, ele começa a enfeitar o passo que acabou de criar com pulos, giros e viradas em que for hábil. Ele pode sair da fila e se mover nela para fazer passos sozinho ou desafiar os outros a dançarem sozinhos.

Estilos da Dança do Ventre

Véus:
O véu atualmente è um dos sìmbolos mais comuns da Dança do Ventre e são muitos os passos que o ultilizam,são usados especialmente para emoldurar o rosto ou o corpo da dançarina assim envolvendo-o em mìsterio e magia.
Historicamente, o véu representa a alma feminina. Por isso, todo cuidado com ele é pouco: deve estar sempre bem guardado e não pode ser emprestado a ninguém.
Muitas lendas rondam a dança dos Sete Véus, mas, ao contrário do que muitos pensam, não é erótica e sim sagrada.
Cada um dos véus possui uma cor diferente e representam sete chakras e sete planetas.
A música para a dança do véu deve ser bem lenta, o que valoriza os movimentos da bailarina como os giros do véu para os lados e para trás.

Espada:
È uma dança em homenagem à Deusa Neit,mãe de Rá.


Instrumentos Musicais Árabes

Bendir
O Bendir é um pandeiro típico do Marrocos e Algéria. A característica marcante deste instrumento é as cordas que correm por dentro do corpo, rentes ao couro. Geralmente são 2 cordas, mas pode ser mais. Elas são responsáveis pelo som de zumbido característico, marcante na música Berber.
Esse pandeiro grande tem uns 20cm de largura (profundidade), e é feito de couro de cabra e madeira. Tem até 70cm de diâmetro. O Bendir costuma ser decorado com desenhos ou frases do Alcorão, usando para isso a henna. Ele tem um pequeno furo na parte de baixo, usado para equilibrar o instrumento na base do polegar esquerdo, enquanto os dedos da mão esquerda batem de leve na borda e a mão direita toca na borda e no centro. As batidas no centro soam parecidas com o som do Tar, um pandeiro que não tem as cordas. As batidas no centro criam um tom estridente que morre rápido.


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Quem consegue viver sem eles.....


Celular e Celulares - Você consegue viver sem eles?

Quem não gosta de falar ao celular com uma pessoa querida, amigo ou familiar e matar as saudades de uma pessoa com quem você não fala ou vê há dias, semanas, meses ou anos?

Falar ao celular se tornou algo tão comum hoje em dia que se você pudesse voltar no tempo e contar a Alexander Graham Bell que sua invenção possibilitaria as pessoas se comunicarem com a outra do outro lado do planeta com um aparelhinho pequeno nas mãos, o celular, ele provavelmente não acreditaria, diria que isso é impossível e que você é louco, ainda mais por achar que veio do futuro. Vai saber, né?!

Encontrar alguém que não possui um celular hoje em dia pode parecer algo impossível de acontecer, no entanto ainda há pessoas em pleno século 21 que nunca tiveram contato com esta maquininha viciadora, miserável e comedora de dinheiro.

Hoje em dia há pessoas que não conseguem mais largar o celular, que possuem de 2 a 3 celulares ativos e operando a força total e ainda tocando a cada minuto tornando sua dependência ao aparelho celular cada vez mais forte, mas quem lucra com isso são as operadoras de telefonia móvel que disponibilizam estatecnologia celular para você se viciar cada vez mais e gastar ainda mais dinheiro falando ao celular.

Nunca no mundo tecnológico moderno houve equipamento que evoluiu tanto e a uma velocidade extremamente espantosa quanto os celulares, nem mesmo os computadores, onde você compra uma configuração avançada hoje e após 6meses já está ultrapassada, conseguiu evoluir tanto em tão pouco tempo, pois você compra um celular top de linha hoje, mas quando chega mês que vem já existe outro celular melhor. O mais impressionante é que a cada evolução docelular há um acréscimo nas funcionalidades, sendo que hoje em dia encontrar alguém que não possui um celular que tira fotos, envia mensagens, acessa a internet, grava vídeos e voz é algo fora do normal e já é considerado idade da pedra. Por isso, a única coisa que os celulares não conseguem fazer hoje em dia é um bom, gostoso e quente cafezinho.

A evolução do celular é algo realmente espantoso e teve inicio há tempos atrás quando o celular ainda era vendido em mala, isso mesmo, quando o celular era vendido em mala onde você parecia um executivo com aquela baita maleta nas mãos e um telefone no ouvido. Depois o celular tornou-se mais compacto e a tecnologia TDMA Analógico tomou conta da parada com os famosos “tijolões”, onde você conseguia realizar apenas ligações telefônicas para tráfego de vós e nada mais.

Hoje em dia, o ativo e operante GSM permite o tráfego de voz e também a transmissão de dados como Torpedos SMSFotoMensagens, acesso a internet de alta velocidade, troca de chips, deixando assim o perigo das clonagens para trás, além da possibilidade de você trocar de aparelho celular e manter o mesmo número, mas quando você pensava que já tinha chego no topo surge o mais novíssimo e famoso celular 3G que permite acesso a Internet Banda Larga MóvelVídeos Chamadas e várias outras funcionalidades High-Techdeste mundo comunicativo, além do super iPhone que é um celular que veio para colocar mais lenha na fogueira.

Com o aumento da população e globalização, ficar sem celular é praticamente impossível hoje em dia, pois sem o celular você perde praticamente o contato com o mundo moderno e cotidiano que o rodeia e com as pessoas que você gosta. Grandes empresas utilizam o celular como único modo de comunicação ultrapassando e deixando para trás o uso do telefone fixo, por isso, para muitas pessoas usar o celular é um modo de vida e ficar sem ele seria motivo para depressão, no entanto não podemos deixar esta tecnologia celular se tornar algo ruim e prejudicial à nossa saúde causando dependência extrema.

Usar o celular é algo essencial no mundo moderno, mas devemos usá-lo com moderação e cuidado para não nos tornarmos dependentes do celular e acabarmos dando mais valor ao celular do que as pessoas que nos rodeiam, amigos próximos, familiares e a natureza que por mais comum que pareça é quem vai nos tirar o estresse de usar essas incríveis máquinas de comunicação moderna.