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Olá estou formulando uma enquete para saber quais tipos de assuntos e dicas para assim melhorar nossa comunicação , pesso por gentileza que mandem um email para .......andreexploid09@gmail.com.......

sábado, 7 de abril de 2012

Eu tenho um fusca.....

 
Se, muitas vezes, a era entre a I Guerra Mundial, de 1914 a 1918, e a Grande Depressão, em 1929, tem sido narrada em termos de luxuosos carros americanos, melindrosas e cartolas, a época imediatamente anterior à II Guerra pode ser descrita como um período que concretizou os sonhos de criadores geniais, como o autodidata Ferdinand Porsche, o criador do Fusca, da Volkswagen. Ao contrário dos demais fabricantes europeus de veículos, que em meados dos anos 20 ainda julgavam o automóvel um artigo de luxo - e ao mesmo tempo em que os americanos Ramson E. Olds e Henry Ford quebravam a cabeça para construir carros que atendessem a um mercado de massa - Porsche pensava num carro prático, simples e barato.
Esse é, em resumo, o conteúdo desse livro de Alexander Gromow, não só um apaixonado, mas como um profundo conhecedor do Volkswagen automóvel e da Volkswagen AG, a fabricante desse fenômeno do consumo.
Mas o livro não traz apenas a saga desse veículo que muitos acharam de péssimo gosto, quando lançado - numa época em que a fealdade dominava o mundo - mas que revolucionou a indústria automotiva, rompendo todas as barreiras que impediam seu avanço, suscitou os mais sisudos estudos nos idiomas mais inaccessíveis e impôs-se como um caso único de aceitação popular em todo o mundo.
Um fenômeno, aliás, tão mais impressionante quando se considera que o Fusca, que começou a ser projetado na garagem da casa de Porsche (e que, depois, atenderia às ambições megalomaníacas de Adolf Hitler, em pleno Terceiro Reich, rodando hoje, impávido, em todos os países), faz parte definitivamente da história universal do século XX e ingressa no novo milênio com imenso prestígio.
Esse sucesso é tão mais inacreditável quando se percebe que a ligação fundamental do austríaco Ferdinand Porsche – tão austríaco quanto o Führer Adolf Hitler – talvez fosse mais com o carro do que com aquilo que se define hoje, algo nebulosamente, como mercado consumidor de automóveis.
Mas esse livro vai além: num pano de fundo, mostra como Hitler tentara buscar caminhos que pelo menos equiparassem o seu país às nações desenvolvidas, durante o Terceiro Reich, e como a Alemanha tentava se reerguer política, social e economicamente da derrota na II Guerra Mundial a partir da primeira metade de 1948, sob o governo de Konrad Adenauer, antigo prefeito de Colônia,
A partir da epopéia Volkswagen, que se ramificou no Brasil, com efeitos benéficos e permanentes sobre a indústria automotiva e a economia nacional, aqui se terá um retrato do País nos anos 50 (em 1959, o primeiro Fusca nacional saiu da linha de produção), 60 e 70 (época do “milagre brasileiro”) até o pico de 1972, quando, após atingir vendas de 223. 455 unidades, suas vendas cairiam para 44.456 unidades, em 1985. No Brasil, o Fusca começou a se converter em realidade em 1949, época em que o povo cantava nas ruas os sucessos carnavalescos "Chiquita Bacana", de João de Barro, e fotos do carro já vinham saindo nas revistas ilustradas. Nesse ano, a Volkswagen e a Chrysler fechariam acordo pelo qual a última cederia suas concessionárias fora da América do Norte para revender Fuscas e a Volkswagen completaria a oferta de carros Chrysler.
Ainda em 1949, quando todo se mobilizavam para ver os jogos a Copa do Mundo, a empresa brasileira Companhia Geral Distribuidora Brasmotor, hoje Multibrás, faria gestões junto à Chrysler para vender Fuscas prontos no País e, logo em seguida, dar início à montagem desses veículos, a partir de kits desmontados, os CKDs, para se chegar à fábrica, em São Bernardo do Campo.
Embora, hoje, seja extremamente difícil reconstituir todas as circunstâncias em que ocorreram essas negociações, que levariam mais tarde à democratização do automóvel no País (há diferentes versões de vários historiadores), o fato é que o Fusca – graças também à identificação fácil da marca e do design – impôs seu estilo de uso doméstico devido aos seus padrões de eficiência, economia, robustez e qualidade.
Mas o que se conta nesse livro não é também apenas a história desse veículo que fendeu de alto a baixo a imagem do Brasil urbano, mas as dificuldades que precisou enfrentar em função dos problemas econômicos do país, com inflação, recessão econômica e, em particular, várias crises da indústria automobilística nacional.
Para se ter idéia da importância da penetração do Fusca no País, bastaria lembrar que a indústria automobilística, que produziu, durante anos, um milhão de carros/ano, incentivada pelo lançamento dos carros populares (vendidos a US$ 7 mil) passou a produzir 1,3 milhão de veículos, em 1993, depois que o presidente Itamar Franco pediu a volta da fabricação do popular “Besouro” - e esse salto ocorreu quase que de um ano para o outro (a produção do Fusca tinha sido paralisada em 1986).
Num setor onde as pesquisas nem sempre são atualizadas e onde a história do País se perde por falta de quem se dê ao trabalho de contá-la, o trabalho de Alexander Gromow, ex-presidente do Clube do Fusca, pesquisador incansável e verdadeiro fanático por esse veículo e pela marca – ganha importância fundamental para quem se dispõe a viajar na saga do Fusca.
Sem esse trabalho, seria impossível avaliar as repercussões econômicas e sociais do carro de Ferdinand Porsche. Seria salutar e até indispensável, como o autor afirma modestamente na introdução da obra, que os leitores que já tiveram um Fusca – presume-se que, praticamente todos os brasileiros com mais de 40 anos tenham aprendido a dirigir num Fusca – tornem-se também construtores da sua história, contribuindo para tornar mais completa a pesquisa do fuscamaníaco Alexander Gromow. Afinal, um livro, quando sai das mãos de quem o escreveu e publicou, passa a ser como uma propriedade de seus leitores.
Certamente, também foi esse o espírito do visionário, pioneiro, autodidata e doutor honoris causa Ferdinand Porsche quando pensou, sentiu, concebeu e estruturou o Fusca um pouco antes de a Alemanha ficar empobrecida pelas conseqüências de uma guerra e de uma derrota que levaria o país a ajoelhar-se e humilhar-se perante os vencedores.
Na saga do Fusca, um de seus momentos mais incríveis é quando, logo depois da segunda guerra e da segunda derrota, esse veículo começa a renascer numa fábrica destruída pelos bombardeios e, espalhando-se pelo mundo, levaria aos limites máximos a lenda alemã, que ainda perdura em muitos setores, de ter produtos de qualidade, resistentes, robustos e simples.
Mas uma dos pontos que mais atrai no trabalho de Alexander Gromow, que escolheu o 22 de junho para o “Dia Mundial do Fusca” (oficializado em junho de 1995 no célebre encontro de Fuscas Antigos de Bad Camberg, na Alemanha, depois de uma campanha internacional entre Fuscamaníacos de cinco continentes), é o fato de a história do Fusca soar como uma ficção que, na verdade, está fortemente presente em nosso cotidiano.
Por qual motivo eu amo fusca...

1º motivo: custo benefício

9 motivos fuscaComeço pelo motivo mais óbvio, custo benefício, é mais barato ter um carro antigo ou um carro novo, no caso um Fusca. É muito mais em conta, porém com algumas ressalvas. Não é qualquer Fusca que tem manutenção barata. Um Fusca da década de 50 com motor e caixa original pode trazer alguma dor de cabeça na hora da retifica ou manutenção, já modelos mais recentes como de 70 são bem mais simples. E o custo de um Fusca é bem menor que um outro carro mais novo, em geral.
Exemplo: Um Fusca que custa uns R$ 6mil com certeza está em melhores condições que um Uno no mesmo valor.
Outra comparação é saber que esse Fusca de 6 mil vai a qualquer lugar que um carro zero de R$ 30 mil vai.

2º motivo: relativa economia

9 motivos fuscaO Fusca nunca foi o carro mais econômico do mercado, nem em seu tempo, pode ser que por algum momento onde a importação estava proibida ou quando teve a crise do petróleo, o Fusca tenha sido a melhor opção de carro econômico. Hoje temos carros novos que com alta tecnologia e injeção eletrônica fazem mágica com o combustível, mas mesmo assim um fusquinha 1300 bem regulado pode andar bem e gastar pouco combustível.
Já no meu caso a economia é maior, instalei um kit GNV no Fusca, em breve farei um tópico sobre Fusca com GNV. Já tive outros carros com GNV, mas a economia do Fusca é absurda.
Resumindo, o Fusca pode não ser o carro mais econômico, mas também não é o mais beberrão.

3º motivo: velocidade reduzida

9 motivos fuscaAté um certo ponto de customização e regulagem um fusquinha mantém uma velocidade muito segura, ainda mais se o proprietário quiser mantê-lo o mais original possível. Passar de 110km/h em um 1300 é tarefa difícil e se levar em conta os pneus originais, dificilmente o motorista vai se aventurar em “alta” velocidade, isso pode ser um fator positivo, raramente se vê um Fusca acidentado por excesso de velocidade, e convenhamos para que pressa?
Muitos Fuscas são até muito potentes, um 1600, por exemplo, é um canhão, mas com o carinho que você terá pelo carro dificilmente irá colocá-lo em situações de risco.

4º motivo: teste de namorada e amigos

9 motivos fuscaEsse benefício é um tanto incomum, mas veja bem. Se você for um fusqueiro solteiro provavelmente quando começar um relacionamento será colocado à prova, piadinhas e insinuações viram a respeito do Fusca. Até chegar ao ponto da celebre frase “ou o Fusca ou eu!”. Graças ao Fusca você poderá testar a tolerância da sua namorada antes de se aventurar por um relacionamento mais sério. Por outro lado se sua namorada gostar muito do Fusca e acabar querendo comprar um só pra ela, case-se logo.
Quanto aos amigos é o seguinte, experimente estacionar o Fusca próximo a uma roda de amigos, comece pelos comentários que farão respeito do carro e termine a amizade com aquele que se apoiar no capô e colocar o pé no para-choque.

5º motivo: manutenção

9 motivos fuscaTotalmente ligado ao item custo benefício, a dificuldade de manutenção de um Fusca, ou carro antigo qualquer, está proporcionalmente ligada a sua idade e popularidade.
A popularidade do Fusca é indiscutível, porém muitos Fuscas foram maltratados com o passar dos anos, então existe muito mercado para mecânico, mesmo assim o Fusca ainda possui uma manutenção relativamente barata. Um serviço prestado em um carro novo mesmo que seja simples pode ser mais caro que um serviço feito em um carro de tecnologia antiga, o item Especialização não aparece na nota fiscal de um serviço feito em um Fusca. Qualquer um sabe fazer um serviço no Fusca. A única ressalva é justamente essa: qualquer um “sabe” fazer um serviço no Fusca. Está cada vez mais difícil encontrar quem tope fazer um serviço no Fusca, ou ainda, um que saiba realmente fazer.

6º motivo: ser reconhecido

9 motivos fuscaÀs vezes não é um beneficio, mas ter um Fusca bem inteiro, reluzente e que chama atenção facilita ser reconhecido, eu mesmo toda semana encontro alguém que me viu em um determinado lugar, graças ao carro. Esses dias estava eu em um engarrafamento e um amigo apareceu, viu o carro e veio logo, é muito legal isso. Essa semana eu reconheci o carro de um amigo e fui falar com ele, estava de moto, e assim vai. Encontrar amigos ou ser encontrado pode render uma boa conversa e até mesmo uma carona em dias difíceis. Mas cuidado com saídas de motel, sempre tem alguém olhando.

7º motivo: ser a alegria das crianças

9 motivos fuscaPor mais de uma vez temos esse prazer, resgatando a infância que tivemos, mas inocente que as de hoje, crianças acenam de dentro do ônibus, das calçadas e até de dentro do C4 Pallas do pai. “olha mamãe que fusquinha bonito!”.
Isso realmente não tem preço, e se você responder de volta com uma buzinadinha e um aceno a criançada retribui com um sorriso espantado no rosto. Plantar o gosto dos fusquinhas nas crianças nos faz querer que elas sejam adultos mais saciáveis e menos inconsequentes que alguns adolescentes que estampam a primeira página dos jornais.

8º motivo: se sentir parte da história

9 motivos fuscaQuando você compra seu primeiro Fusca não espera o que vem em seguida. Se você cair de cabeça nesse mundo vai conhecer um carrinho bem simpático que fez parte da história mundial e da nossa história nacional. Conhecer varias curiosidades onde o Fusca esteve envolvido e se quiser ir mais fundo vai acabar querendo saber mais do ano de fabricação do seu Fusca, um dia você vai se ver folheando revistas de época e escutando musicas antigas.  Como conhecimento nunca é demais, você vai ver que aprender sobre o passado é muito bom, nos trazendo uma grande nostalgia, e se você assim como eu não viveu há 50, 40 anos (tenho 40) vai experimentar um sentimento de saudade do que não teve. Ao tentar resgatar esse passado de civilidade, convivência e respeito ao próximo, seria viagem minha pensar que isso nos faz ser pessoas melhores a cada dia?

9º motivo: fazer amigos

9 motivos fuscaVocê não iria lá falar com ele?
Sem dúvida o melhor de todos os motivos para se ter um Fusca. Se você não gosta de fazer amigos não compre um Fusca, ande de carro zero com película nos vidros. Não tem como explicar isso, apenas tendo um Fusca para saber. Posso enumerar dezenas de ocasiões próprias onde acabei criando amigos e que sem o Fusca não seria possível.
Todo santo dia que você usar seu Fusca terá a oportunidade de fazer amigos novos, bater um bom papo, ajudar ou ser ajudado por alguém. Basta está aberto a novas amizades.
- Pode ser do sujeito que vem querendo comprar seu carro;
- Pode ser da senhora que diz ter um igual há 20 anos;
- Pode ser do senhor que nunca viu na vida, mas te pega pelo braço para mostrar o Fusca dele;
- Pode vir do fusqueiro enrascado parado no acostamento que você parou para ajudar;
- Pode ser daquele que parou para te ajudar;
- Pode ser até daquele parente distante que ficou próximo, pois ele também tem um Fusca;
- E pode ser daquele sujeito do outro lado do pais que você conheceu pela internet que tem um Fusca igual ao seu e tem uma peça sobrando e faz questão de te enviar por Sedex, pois você precisa muito dela.
Enfim, a meu ver fazer amigos é o maior motivo para se ter um Fusca, seja ele original, mexido, zero bala ou caindo aos pedaços, Fusca é ímã de amigos.

sábado, 31 de março de 2012

Guerreiros do asfalto.......


Vida de motoboy“Desde garoto, me relacionar bem e conversar foi o meu forte. Não importa o local, motivo ou circunstância. Isto me agrada muito, pois me dá a oportunidade de aprender um pouco de tudo. Depois da  da gravidez da minha namorada , virei motoboy.


Considera-se os moto boy a escoria da sociedade  Personagem indefectível das grandes cidades brasileiras, o motoboy é o “anjo” que resolve os problemas da nossa falta de tempo e o “demônio” que raspa seu retrovisor e com sua buzina faz lembrar seu atraso e sua perda de tempo no congestionamento. . Por causas comuns, simplistas, força do destino ou da necessidade que obriga um cidadão comum assumir uma atividade altamente discriminada. Por vezes, pessoas cultas, formadas, alheias à essa profissão devem assumir por força maior se sujeitar a esta cruel atividade. Quem trilha este caminho sabe dos perigos, das humilhações e injustiças que esta profissão oferece.
Sou um dos casos, formado em arquitetura, com firma de comunicação visual, fui obrigado pelas circunstancias atuais, da carência de serviço, a comprar uma motoca nova e sair a batalhar.
Descobri muitas coisas, que sou bom nisso, ando junto com os melhores, estou gostando mesmo. A solidariedade que se encontra nesse grupo é fora de série. Não tem como não parar num farol sem que alguém te peça ou te de uma informação necessária.
Pode ser o dia mais triste de sua vida, tua mulher te chifrou, recebeste a visita da sogra no final de semana, o teu cachorro te mordeu, não importa, sempre encontrarás um motoqueiro te cumprimentando ou te oferecendo auxílio nas esquinas. Um comentário oportuno, um conselho válido, em fim, você nunca estará sozinho no seu sofrimento. Dizem as estatísticas que morre um motoqueiro e meio por dia. Agora vejo isto como uma grave fatalidade.
Seriam necessárias campanhas educativas para o comportamento veículos em geral versus motos. Muitos pensam que o moto boy é aquele ser desprezível que vêm para destruir com o pezão o teu espelho retrovisor. Bem, não são todos os espelhos as possíveis vítimas, e sim aqueles que estão sobrando.
São muitos nas ruas, eles se incomodam entre sim também. Tem pequenas e graves colisões. Claro que sempre prevalece o espírito corporativo, a compreensão perante algum pequeno erro cometido. A classe não se condena a si própria, se complementa, se ajuda.
As dificuldades são as mais diversas, falta de segurança, falta de seguro sobre o veículo, ganho miserável, vitima das inclemências do tempo, da poluição ambiental, dos patrões exigentes que obrigam a “correr” o dia todo.
Compromissos de horário, contratos que roda muito e ganha pouco, falta de objetivo em tudo isso, que no fim não leva a nada. Com o que se ganha não se compra nada e se perde um tempo precioso em fazer outra coisa na vida, como estudar. Ou seja, uma profissão com presente, pois da para comer, mas sem futuro, não da para progredir, ser transferido, ser reconhecido, ganhar mais, subir de cargo, em fim nada, a não ser ficar velho e continuar pilotando essas máquinas malucas. Existem seres engraçados, os chamados “cachorros loucos”, que correm enlouquecidos o dia inteiro, desprezando a vida, transformando a atividade numa doida aventura, com a esperança de faturar uns trocados a mais por dia. Ignoram isto sim, que eles são as primeiras vítimas, pelo desgaste físico, emocional e da suas máquinas.
O diabo fica ansioso de ver a forma que eles desprezam a vida.
Bem, o perigo existe em toda esquina, com chuva o sol. Somos vítimas do descuido alheio, levando a pior parte em qualquer confronto. Pagamos caro, até com a vida uma pequena distração de um motorista de carro ou caminhão.
Não reclamamos do nosso infortúnio, parece que estamos resignados, calejados de levar desvantagem sempre. A maior satisfação é correr velozmente nos corredores formados por veículos nos dias que está o transito todo parado. Parece uma verdadeira vitória passar todo mundo que está parado e nós correndo velozmente no meio deles.
Existem diversos tipos de moto boy, aqueles que trabalham por serviço e precisam correr o dia inteiro, aqueles que ganham por hora e precisam que o tempo passe para ganhar algum, não tem pressa. Os novatos, que tem medo de entrar nos “corredores”, pois ainda não tem prática de andar disparados no meio do aperto, os motociclistas que se misturam aos moto boy mas sempre com as suas máquinas enormes, possantes. Alguns parecem vindos de filmes do futuro, com os braços para cima naqueles guidões gigantes. Esses devem dirigir na velocidade dos carros, sem chance de ultrapassar no transito da cidade. Só se destacam na estrada.
Agora, a consciência de sua própria vulnerabilidade acerca mais estes seres incríveis. Loucos por desprezarem a vida a troco de nada. Só a aventura é que vale. Vi senhores de cabelo branco, achacados pela idade, já não correm tanto, mas continuam firmes nas ruas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Da pena de ver que não tem outra alternativa na vida a não ser essa, a única forma de sustento que eles conhecem e assim continuam até quando Deus quiser.
Peço encarecida mente aos leitores, aos motoristas de veículos como carros, ônibus, caminhões, que tenham consideração com os motoqueiros. Um espelho quebrado não é nada comparado com uma vida. Aliás, acima de duas rodas sempre existe uma vida.
Não sejam injustos, ceda o passo, a gente corre para servir a sociedade, arriscando a vida a troco de nada. Não custa ser gentis, pelo menos para nossa segurança e a vossa própria, pois, quem deseja se envolver num acidente às vezes fatal com um motoqueiro? Como fica a consciência? O dia de trabalho?
A despesa toda? Não é melhor evitar? Mesmo às vezes levando algum xingo ou ofensa?
Se dei um passo à frente no intuito de melhorar a vida de muitas pessoas, então estou realizado em minha intenção. Cumpri o meu dever cívico que é a melhora da sociedade como um todo.
Salve os motos boys!
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quarta-feira, 21 de março de 2012

Malandro mané ou mané malandro...


No Brasil, ser malandro e “levar vantagem em tudo” é motivo de orgulho. Se você não é malandro, você é mané. Não há meio termo entre espertos e otários.
Talvez por isso vejamos tanta burrice de quem comete pequenos delitos ou falcatruas – como as que vemos no cenário político. O cara se dar bem e ninguém saber disso, é mais ou menos como o cara pegar a Megan Fox e não poder contar pra ninguém.
Eu odeio malandro. Mas se é pro cara ser malandro, que seja direito. Malandro que parece malandro não é malandro.
Eu tinha um colega de de longos anos que era perito em enganar todo mundo para levar vantagem. O cara era bom de lábia: vendia produtos usados e defeituosos por um preço muito maior que o de um produto novo sem defeitos, e o comprador ainda saía feliz, crente que havia feito um bom negócio. O fato é que o cara tinha tanto orgulho de sua esperteza que contava para todo mundo suas “proezas”. Incluindo as pessoas que, em breve, ele acabaria tentando enganar também. Em pouco tempo, ninguém mais confiava nele. O esperto ficava sem otários.
Ontem, caminhava por uma avenida e um otário fumava crack. Fumava porque queria, ninguém o obrigou.
Ontem, assistia a um telejornal e um esperto negociava propina. Pego em flagrante, porém fingia, dizia que não negociou.
Anteontem, numa casa noturna, um segundo otário cheirava pó. Cheirava porque queria, cheirava porque comprou.
Anteontem, numa creche, faltava merenda para oferecer às crianças. O esperto justificava e contestava o dinheiro que não repassou.
O que é pior?
O esperto que passa por otário, ou o otário que se passa por esperto?
O otário que passa por esperto é o traficante. Profissão inserida em um mercado que não pára de crescer; ideal para aquele profissional ousado que gosta de correr riscos.
O esperto que passa por otário é o político corrupto. Profissão de prestígio no cenário nacional; ideal para aquele que busca fama, status e destaque.
Ironias à parte, corrupto e traficante dá no mesmo; o otário-esperto que corrompe, é corrompido e destrói. Porém, com uma diferença que não é observada por todos. O traficante não tira o dinheiro de ninguém à força, muito pelo contrário, se relaciona com quem busca essa relação e ainda dá algo em troca; o produto por ele oferecido, cuja procedência e malefícios o comprador sabe de trás para frente.
O político corrupto por sua vez, consegue ser ainda mais prejudicial à sociedade. Ele atua à surdina, na escuridão, escondido de nossos olhos. Furta sem ninguém ver, se aproveita de sua condição privilegiada para espalhar o mal e ameaçar o bem. Tira de quem não tem!
Se o tráfico de drogas no que se refere às drogas fosse pior que a corrupção, o consumo da mesma não seria liberado em alguns países, não sabendo eu de país que tenha liberado a corrupção.
A linha divisória entre o otário e o esperto é curta, talvez alguns muitos anos de prisão, um foro privilegiado, uma capa de revista, um direito de ficar calado, um advogado caro, uma surra da polícia, um cafezinho na sede da Polícia Federal....etc....
O importante senhores, somos nós em meio a tantos espertos e otários não ficarmos marginalizados, pois é dessa maneira que estão nos colocando: à margem!

sábado, 17 de março de 2012

Seja voçe mesmo agradando ou não...


No mundo massificado em que vivemos, tudo conspira para que nos movamos de acordo com as normas e padrões impostos pelo exterior, pois, desse modo, as chances de não sermos marginalizados e rejeitados serão maiores.

O oposto disso é cultivar a autenticidade, manter-se fiel ao seu próprio ser, guiar-se pelo que sua consciência e seu coração lhe sopram suavemente a cada momento. Pagamos um preço muitas vezes alto, quando optamos por esse padrão de atitude. Nem sempre seremos aceitos e compreendidos.

Entretanto, nada pode nos dar mais prazer e alegria interior. Quando nos mantemos fiéis à nossa própria natureza, passamos a atrair, naturalmente, pessoas e situações em sintonia com essa nova forma de agir e descobrimos o prazer de conviver sem ter de estar, o tempo todo, preocupados em agradar os outros para nos sentirmos socialmente inseridos.

Muitas pessoas confundem autenticidade com o direito de fazer tudo o que desejam, ou dizer tudo o que pensam sem se preocupar se estão prejudicando ou magoando outras pessoas. Ser autêntico é seguir o próprio coração, mas jamais perder de vista o respeito pelos sentimentos alheios.

Libertar-se das máscaras que fomos condicionados a vestir na convivência social e até mesmo nos relacionamentos íntimos, é o primeiro passo para que aprendamos a viver uma vida autêntica, sendo fiéis aos nossos sentimentos e à nossa verdade interior.

O critério é sempre examinar nosso coeficiente de felicidade. Quanto mais distantes estivermos do que nosso coração deseja, menor ele será.

.... Veracidade significa autenticidade, ser verdadeiro, não ser falso, não usar máscaras. Seja qual for sua face real, mostre-a... e seja qual for o custo.

Lembre-se, isso não quer dizer que você tem que desmascarar os outros. Se eles estão felizes com as mentiras deles isso é problema deles. Não vá desmascarar ninguém, pois é assim como as pessoas pensam.

Eles acham que têm que ser verdadeiros, autênticos; eles acham que precisam ir e fazer todos nus - Pois porque você está escondendo seu corpo? Estas roupas não são necessárias.

Não. Por favor, lembre-se, seja verdadeiro para si mesmo. Você não é necessário para reformar ninguém mais no mundo. Se você puder crescer, isso é suficiente. Não seja um reformador, e não tente ensinar aos outros, e nem mudar os outros. Se você mudar, essa é uma mensagem suficiente.

Ser autêntico significa permanecer verdadeiro para com seu próprio ser. Como permanecer verdadeiro? Três coisas precisam ser lembradas.

Uma, nunca escute ninguém, o que eles dizem para você ser. Escute sempre sua voz interior, para o que você gostaria de ser; senão toda sua vida será desperdiçada.

... Lembre-se, seja verdadeiro para com sua voz íntima. Isso pode lhe levar ao perigo; então vá para o perigo, mas permaneça verdadeiro para com a sua voz íntima.

... Veja sempre que a primeira coisa seja seu ser e não permita que outros lhe manipulem ou lhe controlem. Eles são muitos: todos estão prontos para controlar você, todo mundo está pronto para mudar você, todo mundo está pronto para lhe dar uma direção que você não pediu. Todos estão lhe dando um guia para sua vida. O guia existe dentro de você; você carrega a planta.

Ser autêntico significa ser verdadeiro consigo mesmo . Isso é um fenômeno muito, muito perigoso; raras pessoas podem fazer isso. Mas quando pessoas fazem isso, elas realizam. Elas alcançam tal beleza, tal graça, tal contentamento, você não pode imaginar. Se todos parecem tão frustrados, a razão é que ninguém escutou sua própria voz... Essa é a primeira coisa .

... Depois a segunda coisa – se você fez a primeira coisa, só então a segunda se torna possível: nunca use uma máscara . Se você estiver zangado, fique zangado. É arriscado, mas não sorria pois isso é ser falso. Mas você foi ensinado a sorrir quando estiver zangado, sorria; assim seu sorriso se torna falso, uma máscara... só um exercício dos lábios, nada mais. O coração cheio de raiva, de veneno, e os lábios sorrindo; você se torna um fenômeno falso.

Depois a outra coisa também acontece: quando você quer sorrir você não pode. Todo seu mecanismo está de pernas para o ar, pois quando você queria ficar zangado você não ficava, quando você queria odiar você não odiava.

... Quando você quiser ficar com raiva, fique raivoso. Nada está errado em ficar com raiva. Se você quiser sorrir, sorria. Nada de errado em rir à vontade. Aos poucos você verá que todo seu sistema está funcionando... Você pode ver: sempre quando o mecanismo de uma pessoa está funcionando bem... Ele olha para você, e ele realmente olha; não é uma coisa morna, isso realmente aquece.

Quando ele lhe toca ele realmente toca em você. Você pode sentir a energia dele movendo-se para seu corpo, uma corrente de vida sendo transferida...pois o mecanismo dele está funcionando bem.

....no corpo existe alguma parte, uma parte correspondente, para a emoção. Se você não quer chorar, seus olhos irão perder seu brilho porque lágrimas são necessárias; elas são um fenômeno bem vivo.

Quando de vez em quando você soluça e chora, você realmente se entrega a isso – você torna-se isso – lágrimas começam a fluir pelos seus olhos; seus olhos são limpos, seus olhos se tornam novamente frescos, jovens, e virgens....

.....Deus deu a vocês – homem ou mulher – as mesmas glândulas lacrimais. Se o homem não devesse chorar, não haveria glândulas lacrimais. Matemática simples! Porque as glândulas lacrimais existem no homem na mesma proporção que existem na mulher? Olhos necessitam lacrimejar e chorar, e isso é realmente belo se você puder chorar sinceramente.

Lembre-se, se você não puder chorar sinceramente, você também não pode sorrir, pois essa é a outra polaridade. Pessoas que podem sorrir também podem chorar; pessoas que não podem chorar não podem sorrir.

A terceira coisa sobre autenticidade: permaneça sempre no presente – pois toda falsidade entra ou do passado ou do futuro. Aquilo que passou já passou; não se importe com isso. Não o carregue como um fardo; senão isso não lhe permitirá estar autêntico no presente.

Tudo aquilo que não veio ainda não veio. Não se incomode desnecessariamente sobre o futuro; senão isso virá para o presente e o destrói. Seja verdadeiro para com o presente, e assim você será autêntico. Estar aqui-agora é ser autêntico. Nenhum passado, nenhum futuro: este momento é tudo, este momento é toda a eternidade.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Rir......


Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida.
Antes tarde do que mais tarde.
O salário-mínimo deveria se chamar gorjeta máxima.
Se um homem bate na mesa e grita, está impondo controle. Se uma mulher faz o mesmo, está perdendo o controle.
Onde há fumaça, há FEBEM , cadeias , manifestação , invasão ......
Eu queria morrer como o meu avô, dormindo tranqüilo, e não gritando desesperadamente, como os quarenta passageiros do ônibus que ele dirigia!
Quantos guarda-chuvas você já perdeu? Quantos você já achou?  Para onde será que eles vão?
Diga-me com quem andas que eu te direi se vou contigo.
O pior cego é aquele que não quer ver, não quer comer, não quer trabalhar, enfim, não quer fazer p… nenhuma!!
Porque ‘já’ quer dizer agora, e ‘já, já’ quer dizer daqui a pouco?
Que contradição: para desligar o computador clica-se no menu ‘iniciar’.
O sonho acabou, mas ainda tem pão doce!
Canela: dispositivo para encontrar objetos no escuro!
Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam… Não é bonito, mas é profundo.
Chocolate não engorda, quem engorda é você!
Mate-se de estudar e serás um cadáver culto.
Não sou um completo inútil… Ao menos sirvo de mau exemplo.
Errar é humano. Colocar a culpa em alguém, então, nem se fala.
O importante não é saber, mas ter o telefone de quem sabe!
Não leve a vida tão a sério, afinal ninguém sairá vivo dela.
Deixei a bebida. O ruim é que não lembro onde.
Existe um mundo melhor, mas é caríssimo!
A mulher que não tem sorte com os homens não sabe a sorte que tem.
Trabalhar nunca matou ninguém, mas… Por que arriscar?
Há duas palavras que abrem muitas portas: Puxe e empurre.
Se você está rindo quando tudo deu errado, é porque já descobriu em quem por a culpa. 
Quando estou no telefone  e preciso de caneta, só encontro o papel. Quando não tenho papel, só encontro a caneta. Quando tenho os dois ninguém me liga. 
As 3 maiores mentiras da internet: 1. Li e concordo com os termos de uso. 2. Status: Ocupado 3. Tenho mais de 18 anos. 
Com o tempo eu aprendi o significado de amor ao próximo. Não me ama? Próximo!  
As mulheres só não dominaram o mundo porque ainda estão tentando decidir a roupa certa para a ocasião. 
Só não morro de preguiça porque tenho preguiça de morrer. 
-Eu não acredito em coincidência, acredito em destino. -É mesmo? Eu também. -Nossa, que coincidência! 
"Em briga de Saci, qualquer chute é voadora!"     

Critica ou Criticado...


No Universo tudo é vida e transformação. Leis imutáveis regem a harmonia através do regime de unidade. A vida do homem em sociedade, submetida a essas leis naturais, respira nesse engenho divino que destina os seres à evolução. A ordem que preside tais fenômenos é regida por princípios de atração e repulsão que esculpem pouco a pouco, os valores morais dignificadores da vida interpessoal.


“Semelhante atrai semelhante,” e “opostos se retraem”.


O pensamento é força energética com cargas vigorosas, e o sentimento dá-lhe qualidade e vida tornando o psiquismo humano o piso de formação dos ambientes em todo lugar.


Tomando por comparação as teias dos aracnídeos,criadas para capturar alimento e se defenderem,a mente humana, de modo similar, tem seu campo mental de absorção e defesa estabelecido pelo teor de sua “radiação moral”: São as psicosferas. Quanto mais moralizado é cria-se o “circuito de imunidade da aura”, preserva o homem das agressões naturais de seu “ecopsiquismo” e seleciona o alimento mental vitalizador do equilíbrio de todo o cosmo biopsíquico.


O estudo da formação das psicosferas explica a razão de muitas sensações e incômodos,claramente percebidos pelas criaturas na rotina de seus afazeres junto aos ambientes da convivência social. Enxaquecas repentinas, náuseas, falta de oxigenação, tonturas, alterações de humor instântâneas, alterações no bem-estar íntimo sem razões plausíveis, irritações ocasionais sem motivos, sentimentos de agressividade, ansiedade e tristeza súbita, indisposição contra alguém sem ocorrências que justifiquem; eis alguns episódios que podem ter origem na natureza psíquica dos ambientes.


Evidentemente, os locais de nossa movimentação serão sempre o resultado da soma geral das criações que neles imprimimos, colhendo dessa semeadura somente os frutos que guardem semelhança com a qualidade das sementes que espalhamos. Dessa forma,alguns descuidos da conduta ensejam romper com as“teias mentais defensivas” em razão da natureza de nossas ações.


Nesse sentido, faz-se necessário destacar que a palavra mal conduzida tem sido uma das mais freqüentes formas de fragilizar nosso sossego interior. Através dela temos permitido uma ligação quase permanente, pela lei da associação mental,com os “campos de nutrição e defesa” alheios,criando uma espécie de “comunidade de vínculos” na qual encarceramo-nos a honerosos desgastes voluntários, quais os citados acima. Basta imaginar várias teias de aranha se encontrando nas extremidades formando o enorme “manto”... Assim passam a ser elos de contato e abertura a toda espécie de seres que se movimentem naquelas faixas nas quais sintonizamos.


Tudo isso pela invigilância em acentuar os aspectos sombrios dos outros e do meio, passando a partilhar na intimidade daquela inferioridade que destacamos fora de nós.


Vemos, freqüentemente, pessoas preocupadas com o mal que o outro pode lhe fazer, temerosas com os “olhos gordos” que lhes infundem fantasias místicas e sentimentos inferiores em relação a alguém,entretanto, ignoram que seu grande inimigo, seu grande oponente são elas próprias, através dos comportamento pelos quais atraem o mal a si mesmos.


Somos sempre os únicos responsáveis por nós.


O homem na Terra encontra-se tão habituado a denegrir o outro que não é capaz de avaliar o mal que faz a si com essa atitude. No entanto, na medida em que busca sua transformação, afeiçoa-se a conduzir sua palavra mais nobremente em relação ao próximo e a tudo que o cerca. Somente então, quando inicia o programa de disciplina, consegue aquilatar com mais sensibilidade o quanto custa em seu desfavor o descuido com o verbo edificante.


Essa necessidade humana de destacar o mal alheio encobre, quase sempre, o desejo de rebaixar o outro e causar-nos a ilusória sensação de superioridade, uma “maquinação” milenar do orgulho nos recessos da mente. Para nos referirmos ao mal alheio sem causar prejuízos a nós próprios,parecemos antes proceder a uma análise da natureza das emoções e intenções que nos conduzem a agir dessa forma. O que necessitamos aprender é sondar os nossos sentimentos quando falamos de alguém, o que está na nossa vida afetiva quando mencionamos o outro. Somente assim conheceremos melhor nossas reais motivações e teremos condições para empreender mudanças de posturas eficazes, que manterão nosso campo espiritual defendido das cargas enfermiças daquilo que não nos pertence.


Recordemos que os ambientes são o espelho do que somos. Se já percebemos o quanto é pernicioso o hábito de criticar por criticar, de julgar com inflexibilidade, de mentir sobre os atos dos outros ou ainda de difamar a vida alheia, então façamos uma pausa para entender as causas de nossas ações,perguntando ao tribunal da consciência a verdadeira razão pela qual ainda tomamos essas atitudes. Por que temos essas necessidades? Por que alguém é sempre alvo de nossos comentários deprimentes? Por que alguém nos incomoda tanto? Que posso fazer para amanhã não agir da mesma maneira?Além disso, ore sempre nos círculos de trânsito por onde, iluminando tua aura e fortalecendo tuas defesas contra as “teias mentais” daqueles que também agem nas trilhas ferinas da palavra áspera e malfazeja.


Quando vemos os defeitos alheios, mas nos prestamos a tratá-los com real fraternidade e compreensão, aderindo expontaneamente ao hábito de destacar-lhes também o “lado positivo” que possuem,candidatamo-nos a ser os “Samaritanos” da vida no socorro às doenças alheias, imunizando-nos dos infelizes reflexos que decorrem das ações às quais,muitas vezes, adotamos contra nós mesmos, na condição de juízes e sensores implacáveis da conduta do próximo. A indulgência cria focos de atração e interesse, fazem as pessoas sentirem-se calmas e bem quistas ao nosso lado, elevando-nos o “astral emocional” para viverem mais felizes.


Zelemos pelos nossos ambientes tornando-os saudáveis e agradáveis para conviver. Otimismo incondicional, vibrações positivas sempre,tolerância construtiva, cativar laços, o hábito contínuo da oração, sorrir sempre, expressar alegria e humor contagiantes, dar pouca ou nenhuma importância aos reclames e pessimismo dos outros,guardar a certeza de que ninguém pode nos prejudicar além de nós mesmos, querer o bem alheio,essas são algumas formas para a edificação de psicosferas ricas de saúde e paz, medidas salvadoras de asseio espiritual que eliminarão expressiva soma de problemas voluntários, dos quais podemos nos ver livres, desde que realmente desejemos.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Não desperdice essa ideia.....

 
Aceite a sua sorte
1. Aceite a lei de causa e efeito. Observe bem o que parece ser a "boa sorte" de alguém. Acabará vendo que não se trata de sorte e sim de preparo, planejamento e pensamento na obtenção do sucesso. Tudo isso precede o que se chama boa sorte. Verifique, agora, o que parece ser a "má sorte" .
Preste bem atenção e acabará descobrindo certas e específicas razões. O Sr. Sucesso sofre um revés, aprende e aproveita. Mas quando acontece o mesmo ao Sr. Medíocre, ele perde e nada aprende.
2. Não seja um pensador ansioso. Não desperdice os seus músculos mentais sonhando com um modo fácil de alcançar o sucesso. Não somos bem-sucedidos apenas por causa da sorte. O sucesso provém de se porem em prática e de se dominarem os princípios que o produzem. Não se fie na
sorte para as promoções, as vitórias e as boas coisas na vida. A sorte apenas não foi feita para conferir essas coisas boas. Em vez disso, concentre-se no desenvolvimento das qualidades que você possui e que o farão vitorioso.
Adquira confiança e destrua o medo. Os amigos fazem muito bem quando dizem: "Tudo isso é imaginação sua." Não se preocupe; nada há a temer.
Mas eu e você sabemos que essa espécie de medicina jamais funciona. Essas observações calmantes podem nos livrar do medo por alguns minutos, ou mesmo por algumas horas. Contudo, o método de tratamento de "isso só existe em sua imaginação" não constrói confiança nem cura o medo.
Sim, o medo é real, e devemos reconhecer que existe antes que sejamos capazes de dominá-lo.
Hoje, a maior parte do medo é psicológica. A preocupação, a tensão, o embaraço, o pânico, tudo isso nasce de uma imaginação negativa, mal orientada. No entanto, o simples fato de se conhecer a origem do medo não o cura. Se um médico descobre que você tem uma infecção em qualquer parte do corpo, sua atuação não pára. É, Ele prossegue com o tratamento para curar a infecção.
A velha terapêutica de "isso só existe na sua imaginação" pressupõe que o medo não existe. Mas isso não é verdade. O medo é real. É o inimigo número 1 do sucesso. É ele que impede as pessoas de capitalizarem as oportunidades. O medo desgasta a vitalidade física e, na verdade, torna os indivíduos doentes, provoca perturbações orgânicas, encurta a vida e tapa sua boca quando você deseja falar.
O medo, a incerteza, a falta de confiança explicam por que temos ainda crises econômicas. O medo explica por que milhões de pessoas realizam e desfrutam pouco.
Realmente, o medo é uma poderosa força. De um modo ou outro, impede que se consiga o que se deseja na vida. Medos de todos os tipos e tamanhos constituem uma forma de infecção psicológica. Podemos curar uma infecção mental tal como curamos uma infecção orgânica com tratamentos específicos, aprovados.
Em primeiro lugar, como parte da preparação para o tratamento, condicione-se com esse fato: toda a confiança é adquirida, desenvolvida. Ninguém nasce com ela. As pessoas que você vê irradiando confiança, que dominaram as preocupações, que se sentem à vontade em qualquer lugar ou tempo, adquiriram a confiança pouco a pouco. Você também pode fazê-lo.
Durante a Segunda Guerra Mundial a Marinha resolveu certificar-se de que todos os seus novos recrutas sabiam nadar, ou eram capazes de aprender, na pressuposição de que, um dia, o conhecimento da natação pudesse salvar suas vidas no mar. Os recrutas que não sabiam nadar foram submetidos a um curso de natação. Assisti a muitos treinamentos. De um modo geral, era divertido ver jovens cheios de saúde aterrorizados com uns poucos
pés de água de profundidade. Lembro-me de que um dos exercícios exigia que o novo marinheiro pulasse - não mergulhasse - de um trampolim situado a dois metros de altura, dentro de uma piscina com 2,64 metros de água enquanto meia dúzia de exímios nadadores permaneciam por perto.
Num sentido mais profundo, o espetáculo foi triste. O medo que aqueles homens demonstravam era real. E, no entanto, tudo o que havia entre eles e o domínio do medo que sentiam era um mergulho na água lá embaixo. Em mais de uma ocasião vi jovens "acidentalmente" empurrados da plataforma. Resultado: medo dominado.
Esse incidente, familiar a milhares de ex-marujos, serve para ilustrar um ponto: a ação cura o medo. Por outro lado, a indecisão e o adiamento fertilizam-no. Anote imediatamente no seu livro de regras para alcançar o sucesso: A ação cura o medo.