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terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Blanka mascote das Olimpiadas
Todo mundo conhece o Blanka não é?
O personagem grotesco que representa e simboliza o brasil no jogo Street Fighter.
Pois é... O personagem foi criado com muito preconceito, vamos combinar... pelo que eu me lembro, é o único 'monstro verde que dá choques elétricos' do jogo e relaciona nós, brasileiros, com essa figura.
Agora, um movimento na internet luta para reverter essa situação, tentando eleger uma versão fofinha do Blanka como mascote para as olimpiadas de 2016.
A base do movimento, para variar, é no twitter e, uma vez que você adere à campanha, a sua imagem (avatar) recebe um blankinha.
E então, também gostaran da idéia? Então clica aqui e se inscreve.
beijo grandee!
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domingo, 6 de março de 2011
Assumir - se e ser feliz
Preconceito é um juízo formado antecipadamente sobre algo ou alguém, manifestando uma atitude discriminatória baseada em opiniões sem fundamento razoável.
Quando falamos em preconceitos imaginamos logo o racial, seguido pelo sexual e outros mais comumente debatidos, como o social. Os preconceitos estão ligado a esteriótipos padrões, sejam de comportamento ou não. Mas esquecemos que talvez o maior preconceito esteja relacionado à aceitação da própria individualidade.
Carl Jung caracterizou e denominou de Individuação o processo em que o indivíduo indentifica-se menos com as condutas e valores encorajados pelo meio no qual se encontra, e passa a se identificar mais com as orientações emanadas de si mesmo, de sua totalidade (persona, sombra, self, etc). É um processo alquímico em que o ser resolve assumir sua individualidade, passando a se aceitar como é, retirando suas máscaras, sem se preocupar com aquilo que a sociedade muitas vezes impõe e espera dele.
Assumir a individualidade não quer dizer se rebelar contra sistemas, mas simplesmente assumir quem você realmente é. E para isso é preciso conhecer-ser; o que muitas vezes não é fácil, já que requer uma busca interior. E a atitude de assumir-se, ou simplesmente aceitar-se, também pode não ser fácil, já que criamos padrões ditos corretos em nossas mentes e com eles criamos também os nossos preconceitos.
Porém, a verdade é que: “Se queremos ver Deus nos outros é melhor deixar que eles se apresentem como são”(José Ricardo Silva). E “Deus é muito mais sábio do que a gente imagina. Ele se coloca à disposição no lugar em que ele sabe que você cultiva o seu maior preconceito… E quando você consegue vencer (e você vai vencer de qualquer jeito, mais cedo ou mais tarde), o mundo se abre para você …” (Cristiano Dalvi).
Sendo assim, se queremos vencer os preconceitos, o primeiro passo é identificá-los. Depois é buscá-los, ou seja, trazer para perto o que poderíamos chamar de sombra, para que ela se una à luz, que é simplesmente o amor. E essa união acontece em nosso interior, no nosso coração e nos dá novas concepções. E por mais que rejeitemos o que consideramos “ mal”, só haverá equilíbrio e pelintude no encontro dos opostos.
Quando falamos em preconceitos imaginamos logo o racial, seguido pelo sexual e outros mais comumente debatidos, como o social. Os preconceitos estão ligado a esteriótipos padrões, sejam de comportamento ou não. Mas esquecemos que talvez o maior preconceito esteja relacionado à aceitação da própria individualidade.
Carl Jung caracterizou e denominou de Individuação o processo em que o indivíduo indentifica-se menos com as condutas e valores encorajados pelo meio no qual se encontra, e passa a se identificar mais com as orientações emanadas de si mesmo, de sua totalidade (persona, sombra, self, etc). É um processo alquímico em que o ser resolve assumir sua individualidade, passando a se aceitar como é, retirando suas máscaras, sem se preocupar com aquilo que a sociedade muitas vezes impõe e espera dele.
Assumir a individualidade não quer dizer se rebelar contra sistemas, mas simplesmente assumir quem você realmente é. E para isso é preciso conhecer-ser; o que muitas vezes não é fácil, já que requer uma busca interior. E a atitude de assumir-se, ou simplesmente aceitar-se, também pode não ser fácil, já que criamos padrões ditos corretos em nossas mentes e com eles criamos também os nossos preconceitos.
Porém, a verdade é que: “Se queremos ver Deus nos outros é melhor deixar que eles se apresentem como são”(José Ricardo Silva). E “Deus é muito mais sábio do que a gente imagina. Ele se coloca à disposição no lugar em que ele sabe que você cultiva o seu maior preconceito… E quando você consegue vencer (e você vai vencer de qualquer jeito, mais cedo ou mais tarde), o mundo se abre para você …” (Cristiano Dalvi).
Sendo assim, se queremos vencer os preconceitos, o primeiro passo é identificá-los. Depois é buscá-los, ou seja, trazer para perto o que poderíamos chamar de sombra, para que ela se una à luz, que é simplesmente o amor. E essa união acontece em nosso interior, no nosso coração e nos dá novas concepções. E por mais que rejeitemos o que consideramos “ mal”, só haverá equilíbrio e pelintude no encontro dos opostos.
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Nextel
Prrrri-prrrrri.
Quem nunca esteve num local público, seja fila, restaurante, ônibus, metrô, saguão de aeroporto, sala de espera de cartomante e nunca ouviu esse apitinho infame de um Nextel?
O aparelhinho misto de rádio e telefone é o representante-mor da encheção de saco que a tecnologia pode representar nas mãos de um asno que por qualquer razão teve acesso a ela, mas o celular não fica muito atrás.
Conto isso porque dia desses estava no cinema e uma moçoila atendeu o celular e, imaginando-se educadíssima, disse pra amiga "não posso atender, estou no cinema!". Poxa, não pode atender, vejam vocês. Aquela joça não deveria estar nem ligada pra começar!
Mas celular no cinema/teatro/Missa/audiência de divórcio é algo amplamente documentado, narrado, condenado. Não preciso me extender nesses casos.
Mas e quando o uso é permitido?
Tem gente que consegue ser tão incomoda quanto se estivesse numa sessão de meditação com o Dalai Lama.
O rádio do Nextel é o melhor exemplo. O cara pra mostrar que é "importante" programa aquele treco pra soar mais alto do que um rádio de polícia, aí fica no meio da rua falando alto, gesticulando, como se estivesse coordenando a invasão da Normandia.
É um tal de "copiou?", "positivo?", "okappa!". Só falta se despedir falando "câmbio e desligo".
Sem contar aquelas pessoas que contam sua vida inteira aos berros no meio da rua, transformando qualquer ônibus, sala de espera ou vagão de metrô num misto de divã e confessionário.
Essa semana estava num restaurante e em 15 minutos descobri que a prima da moça na mesa ao lado tinha separado, o marido a havia trocado pela secretária do dentista dela, que ela estava faltando a análise haviam 2 meses (talvez daí o comportamento) e que por mais que ela tentasse, a aula de dança de salão só a fez emagrecer 300 gramas.
Todas informações dispensáveis, mas que estupraram meus ouvidos devido à altura e à desenvoltura com que a moça conversava ali, como se estivesse num concurso de sopranos.
Tudo isso só prova que tecnologia não é nada se não for associada a um cérebro plenamente funcional, vamos torcer pra inventarem algum tipo de enxerto (talvez até um chip) que resolva isso o mais brevemente possível.
Quem nunca esteve num local público, seja fila, restaurante, ônibus, metrô, saguão de aeroporto, sala de espera de cartomante e nunca ouviu esse apitinho infame de um Nextel?
O aparelhinho misto de rádio e telefone é o representante-mor da encheção de saco que a tecnologia pode representar nas mãos de um asno que por qualquer razão teve acesso a ela, mas o celular não fica muito atrás.
Conto isso porque dia desses estava no cinema e uma moçoila atendeu o celular e, imaginando-se educadíssima, disse pra amiga "não posso atender, estou no cinema!". Poxa, não pode atender, vejam vocês. Aquela joça não deveria estar nem ligada pra começar!
Mas celular no cinema/teatro/Missa/audiência de divórcio é algo amplamente documentado, narrado, condenado. Não preciso me extender nesses casos.
Mas e quando o uso é permitido?
Tem gente que consegue ser tão incomoda quanto se estivesse numa sessão de meditação com o Dalai Lama.
O rádio do Nextel é o melhor exemplo. O cara pra mostrar que é "importante" programa aquele treco pra soar mais alto do que um rádio de polícia, aí fica no meio da rua falando alto, gesticulando, como se estivesse coordenando a invasão da Normandia.
É um tal de "copiou?", "positivo?", "okappa!". Só falta se despedir falando "câmbio e desligo".
Sem contar aquelas pessoas que contam sua vida inteira aos berros no meio da rua, transformando qualquer ônibus, sala de espera ou vagão de metrô num misto de divã e confessionário.
Essa semana estava num restaurante e em 15 minutos descobri que a prima da moça na mesa ao lado tinha separado, o marido a havia trocado pela secretária do dentista dela, que ela estava faltando a análise haviam 2 meses (talvez daí o comportamento) e que por mais que ela tentasse, a aula de dança de salão só a fez emagrecer 300 gramas.
Todas informações dispensáveis, mas que estupraram meus ouvidos devido à altura e à desenvoltura com que a moça conversava ali, como se estivesse num concurso de sopranos.
Tudo isso só prova que tecnologia não é nada se não for associada a um cérebro plenamente funcional, vamos torcer pra inventarem algum tipo de enxerto (talvez até um chip) que resolva isso o mais brevemente possível.
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Reorganização do capitalismo
Todo o capitalismo mundial está se reorganizando, e isto está preso a alguns fatores: primeiro, a evolução para a sociedade do conhecimento em que trabalhamos com outras relações de produções. O conhecimento, como fator de produção, é um bem cujo estoque não se reduz com o uso, pelo contrário, quanto mais multiplicamos o conhecimento, mais as coisas evoluem. Segundo, temos uma mudança do sistema por causa da crise financeira que escancarou o grau de desorganização e de irresponsabilidade, fraude, inclusive, com todos os grandes bancos utilizando caixa dois, o que está levando a um repensar sistêmico. Nós temos também uma compreensão da profundidade da visão keynesiana em termos de dinamização econômica. Então, o pano de fundo está mudando.
Ainda temos panos de fundo mais amplos: o fato de que a economia está globalizada, e não existem instrumentos de regulação planetária, por exemplo. Os instrumentos de governo são de Estados, ou seja, aproximadamente 192 Estados no planeta estão buscando seus interesses, e isso não resolve problemas globais como o aquecimento climático, a destruição da vida nos mares, a liquidação da cobertura florestal do planeta, esterilização de solos por excesso de quimização. Todos os grandes grupos internacionais estão arrancando o que podem e quando podem, e o mecanismo de mercado, em vez de nos proteger, nos condena. Quando os recursos estão acabando – veja o caso dos peixes nos mares -, há uma corrida para ver quem chega primeiro. Esse é o caso também dos recursos florestais e de outros bens naturais limitados.
Ainda temos panos de fundo mais amplos: o fato de que a economia está globalizada, e não existem instrumentos de regulação planetária, por exemplo. Os instrumentos de governo são de Estados, ou seja, aproximadamente 192 Estados no planeta estão buscando seus interesses, e isso não resolve problemas globais como o aquecimento climático, a destruição da vida nos mares, a liquidação da cobertura florestal do planeta, esterilização de solos por excesso de quimização. Todos os grandes grupos internacionais estão arrancando o que podem e quando podem, e o mecanismo de mercado, em vez de nos proteger, nos condena. Quando os recursos estão acabando – veja o caso dos peixes nos mares -, há uma corrida para ver quem chega primeiro. Esse é o caso também dos recursos florestais e de outros bens naturais limitados.
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Escassez de Alimentos
De clima predominantemente árido e semi-árido, o continente africano conta com solos geralmente empobrecidos e muito suscetíveis à desertificação. Conforme artigo publicado no jornal britânico The Guardian e traduzido para a Gazeta do Povo em sua edição eletrônica, referindo-se à posição da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) sobre a escassez de alimentos neste continente, constata-se que a produção não foi capaz de atender à pressão populacional, o que ocasionou grande alta nos preços dos mesmos
Satisfazer a demanda interna ocasionaria grande melhora nas condições gerais de saúde e também econômicas da população, pois os alimentos voltariam a preços praticáveis e sua produção geraria empregos na produção e manufatura desses gêneros. Mas como aumentar a produção de alimentos em um continente com condições tão desfavoráveis? É necessário que sejam revistas as condições de uso de solo e da água, utilizando esses recursos, predominantemente para a produção agrícola, em detrimento da pecuária.
Satisfazer a demanda interna ocasionaria grande melhora nas condições gerais de saúde e também econômicas da população, pois os alimentos voltariam a preços praticáveis e sua produção geraria empregos na produção e manufatura desses gêneros. Mas como aumentar a produção de alimentos em um continente com condições tão desfavoráveis? É necessário que sejam revistas as condições de uso de solo e da água, utilizando esses recursos, predominantemente para a produção agrícola, em detrimento da pecuária.
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Chemtrails - Guerra Biológica já começou
Muito se vem discutindo sobre os "estranhos e misteriosos" aviões que espalham "fumaça" pelos céus do mundo. Você pode ir ao EUA, à Portugal, Inglaterra, Holanda, não importa... lá estarão eles:Se parecem inofensivos, porém existe uma tremenda investigação por trás desses aviões que espalham essas nuvens. Mas, qual o problema deles "criarem" núvens por ai ?
O problema é: O que são essas nuvens...
Veja o que o site Lagoa Viva diz sobre a composição desse gases:
Agora você começa a ligar os fatos:
-> Chemtrails (Aviões que dispersão nuvens tóxicas)
-> Gripe H1N1 (Meta para matar 3 Bilhões de pessoas até 2015)
-> Codex Alimentarius que vai entrar em vigor em Dezembro de 2009 (É uma lei que diz que as proteinas dos alimentos são "venenos", então, serão substituidos por proteinas e vitaminas artificiais, em todos os alimentos. Provocando a morte de 3 Bilhões de pessoas)
-> Projeto Haarp (Controle do clima no planeta)
-> Cloro no sistema de abastecimento de Água Potável (Água que tomamos)
-> Alto nível de conservantes nos alimentos
Isso é só uma parte, de um imenso plano. Estão nos envenenando cada vez mais.
Por isso eu digo, assim como muitos vem dizendo: Acredite ou não os Iluminatis, a Nova Ordem Mundial existem! E estão ai! Queira ou não, essa é a realidade.
Por isso, é hora de acordar!
O problema é: O que são essas nuvens...
Veja o que o site Lagoa Viva diz sobre a composição desse gases:
Agora você começa a ligar os fatos:
-> Chemtrails (Aviões que dispersão nuvens tóxicas)
-> Gripe H1N1 (Meta para matar 3 Bilhões de pessoas até 2015)
-> Codex Alimentarius que vai entrar em vigor em Dezembro de 2009 (É uma lei que diz que as proteinas dos alimentos são "venenos", então, serão substituidos por proteinas e vitaminas artificiais, em todos os alimentos. Provocando a morte de 3 Bilhões de pessoas)
-> Projeto Haarp (Controle do clima no planeta)
-> Cloro no sistema de abastecimento de Água Potável (Água que tomamos)
-> Alto nível de conservantes nos alimentos
Isso é só uma parte, de um imenso plano. Estão nos envenenando cada vez mais.
Por isso eu digo, assim como muitos vem dizendo: Acredite ou não os Iluminatis, a Nova Ordem Mundial existem! E estão ai! Queira ou não, essa é a realidade.
Por isso, é hora de acordar!
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